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Presidente da Câmara faz duras críticas à administração municipal e prestadores de serviços

Por: Magnum Seixas
Presidente da Câmara critica administração
Na sessão desta última terça (05), o presidente da Câmara, o vereador Adilson Mota (PT), dirigiu duras críticas à administração municipal por manter algumas empresas e cooperativas na prestação de serviços a prefeitura. O vereador se antecipou, em tratar publicamente sobre o assunto na sessão, a reunião que está agendada para a próxima quinta (07) com o prefeito Gera Requião, conforme o mesmo informou.

As críticas foram direcionadas a empresa de limpeza urbana da cidade e a cooperativa COOMAP que realiza os serviços de alocação de veículos a prefeitura. Segundo o vereador, as duas empresas são alvos de denúncias formuladas pelo mesmo no Ministério Público.

A cooperativa COOTRAN, responsável pelo transporte coletivo no município, também não escapou das críticas do vereador. Em informação passada ao Expresso, a prefeitura de Catu já havia relatado que em relação a cooperativa COTRAN o contrato de concessão tem um prazo de 10 anos a contar de 2008, quando a antiga gestão autorizou a concessão, não sendo possível a ruptura do contrato.

As demais empresas que continuam prestando serviço, foram mantidas para atender neste primeiro momento os serviços que vinham prestando e que não podem ser interrompidos, até que novos processos licitatórios sejam realizados, podendo estas empresas ser vencedoras ou não da próxima licitação.

Para vereador alternativa do prefeito seria firmar contratos sem
licitação nos primeiros meses, da mesma forma que fez a
antiga gestão.
Em relação as 2 empresas, o vereador, sugeriu que o prefeito agisse da mesma forma que Gilcina Carvalho em sua gestão, contratar empresas sem licitação neste primeiro momento, “Isso que está acontecendo em particular com essas duas questões, o lixo e o transporte, tem a ver com a manutenção destas duas empresas [...] Então, estas empresas não poderiam e não podem continuar prestando serviço em nosso município. Tem que sair, tem que ser substituídas por outras. No início de gestão como é que nós iríamos fazer? Uma dispensa de licitação emergencial com uma cotação simples, foi assim que Gilcina fez”.

Em relação ao transporte coletivo o vereador deixou a entender que, assim como ocorre com outras empresas, quem manda e diz como vão funcionar as coisas é a COTRAN “[...]  quem manda é a empresa de transporte, quem manda é a empresa que faz a coleta de lixo urbano. Isso tem que acabar. O controle e a responsabilidade da gestão tem que ficar no controle da administração municipal [...] Eu critiquei muito a forma da prestação de serviço do transporte no município, coletivo aqui no nosso município. É a empresa de transporte coletivo, é a COTRAN que diz como vai ser os roteiros, os horários. Ora, quem tem que controlar, ditar as regras, as normas, operar é a prefeitura municipal de Catu.”