Farmácia Popular de Catu: Vereador Adilson solicitou informações de inquérito aberto pelo MPF
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| Há mais de 3 anos população catuense espera pela Farmácia Popular. Foto: Farmácia em Alagoinhas |
Na última quinta (26), o vereador Adilson (PT)
divulgou em sua página na rede social Facebook que protocolou um requerimento no
Ministério Público Federal (MPF) para obter informações sobre o inquérito
aberto pela Procuradoria Federal da República que apurava a demora da
prefeitura municipal de Catu em implantar a Farmácia Popular. A denúncia ao MPF
havia sido realizada pelo vereador Adilson, em função do município de Catu ter
recebido, ainda em junho de 2009, o valor de R$ 50 mil para implantar a Farmácia
Popular, contudo anos se passaram e nada foi feito.
De acordo com o Vereador Adilson,
somente após a sua denúncia foi realizada pela prefeitura licitação para contratação de uma
empresa para realização da obra, que ainda não foi iniciada. O Vereador Adilson
alegou ainda que “Com esse atraso, inexplicável e
injustificável, quem perde é a população, principalmente a parcela mais
carente, que ficou privada, durante todo esse tempo, de usufruir desse
importante programa do Governo Federal.”
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| O vereador Adilson alertou a prefeitura e o público que Catu poderia ficar sem a Farmácia Popular. |
O caso
Farmácia Popular de Catu
No
inicio de 2011 o vereador Adilson levou a público a situação da Farmácia
Popular de Catu. Na época, o vereador entrou em contato por email com o Ministério da Saúde
que informou que o recurso para implantação da unidade no município havia sido
destinado ainda em junho de 2009 e que o prazo para a implantação da unidade
após receber o recurso seria de 6 meses. O Ministério da Saúde informou ainda
na ocasião que o município estava prestes a ser desabilitado do programa, uma
vez que o recurso destinado não havia sido aplicado conforme os termos de
compromissos e prazos estabelecidos pelo programa. Começava então uma luta para
que o município de Catu não viesse a ficar sem a Farmácia Popular.
Praticamente
três anos depois de está habilitada ao programa federal, no dia 1º de junho de
2012, a prefeitura de Catu contratou a empresa Saga Tecnologia e Engenharia,
por R$ 108,7 mil para a execução das obras de construção da Farmácia Popular.
Por:
Magnum Seixas

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