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Lula, Dilma e o PT: Vocês estragaram o BraZil

Estávamos acostumados de viver num país onde o esforço de cada cidadão era utilizado para pagamento de dívidas aos estrangeiros e as altas taxas de juros jogadas nos cofres de grupos financeiros nacionais hegemônicos. 

Estávamos acostumados de viver num país sem emprego, num país onde as pessoas não podiam consumir além do básico. 

Estávamos acostumados de viver no eterno “país do futuro”, gigante economicamente, mas não menor era sua pobreza e miséria. 

Estávamos acostumados de ver os recursos governamentais apenas ser destinados as classes privilegiadas, nas universidades públicas brancas e na estabilidade dos departamentos públicos brancos. 

Hoje o pobre pode ter sua conta no banco. Pode ter seu emprego. Pode ter as refeições básicas em sua mesa. Pode ver seu filho numa universidade. Pode ter sua casa própria. Pode ter o seu carro. Pode ter dignidade.

Até acesso as coisas simples, mas que tem um simbolismo enorme, e que tanto corroí por dentro os setores conservadores. 

O filho do ex-pobre hoje também toma toddynho, danone, come cereal e macdonald’s, vai ao shopping, ao cinema e ao teatro. 

O filho do ex-pobre hoje toca o berimbau, a cuíca, o violão, a guitarra, o sax , o violino e o piano. O filho do ex-pobre hoje pode fazer teatro e balé. Pode falar inglês e espanhol. Pode ser pagodeiro e catedrático. 

O filho do ex-pobre pode está no Facebook e no Twitter. O filho do ex-pobre pode hoje até fazer um Sanduíche na Europa ou em qualquer parte do mundo. Pode ser e está onde quiser. 

Ficam (os conservadores) apavorados ao ter que dividir o elevador com os pretos, no seu prédio empresarial pela manhã e a noite no seu prédio residencial. 

“Que Horror!!”, diz os conservadores ao se verem em meio aos ex-pobres no trânsito, no shopping, na universidade, nas redes sociais. 

Lula, Dilma e o PT: Vocês estragaram o BraZil - o dos conservadores

*Eles querem te fazer esquecer que o Brasil de Lula, Dilma e do PT tirou mais de 20 milhões de pessoas da pobreza, que criou mais de 14 milhões de empregos formais e que em breve a miséria será só mais um retrato obscuro de nossa história. Eles são os "homens de preto" brasileiros e querem apagar sua memória. Os dialetos deles são traduzidos pelo PIG (Partido da Imprensa Golpista).

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Diria Cazuza sobre a burguesia que ele conhecia tão bem:


"[...] A burguesia não tem charme nem é discreta
Com suas perucas de cabelos de boneca
A burguesia quer ser sócia do Country
A burguesia quer ir a New York fazer compras

[...]Os guardanapos estão sempre limpos
As empregadas, uniformizadas
São caboclos querendo ser ingleses
São caboclos querendo ser ingleses

[...] A burguesia não repara na dor
Da vendedora de chicletes
A burguesia só olha pra si
A burguesia só olha pra si
A burguesia é a direita, é a guerra

A burguesia fede
A burguesia quer ficar rica
Enquanto houver burguesia
Não vai haver poesia ..."