A velha política do oportunismo
Os burburinhos na política catuense tem se intensificado com as proximidades do ano eleitoral. Nomes até então desconhecidos se colocam em evidência na maior naturalidade. Nas ondas do rádio é possível ouvir desde bingos apoiados por fulano até distribuição de brinquedos por beltrano. Nada muda. Entra ano e sai ano e a política mantém a sua velha cara: a do oportunismo.
Recentemente ouvi em uma certa rádio uma tal radialista furiosa com uma matéria publicada aqui no Expresso Catuense; justamente a do “Escândalo dos Combustíveis”. A senhora em questão chegou a afirmar enfaticamente um “EU NÃO ACREDITO”. Hoje quem não acredita sou eu no que há por trás de todo aquele discurso ético que a mulher fazia: uma defesa deslavada do denunciado na matéria. Será por quê?
Recentemente ouvi em uma certa rádio uma tal radialista furiosa com uma matéria publicada aqui no Expresso Catuense; justamente a do “Escândalo dos Combustíveis”. A senhora em questão chegou a afirmar enfaticamente um “EU NÃO ACREDITO”. Hoje quem não acredita sou eu no que há por trás de todo aquele discurso ético que a mulher fazia: uma defesa deslavada do denunciado na matéria. Será por quê?
E os doutores que andavam dormindo decidiram sair da toca e já começam a aparecer pela cidade. E quem precisar de brinquedo no dia das crianças fique esperto. Tem nego sorteando bicicleta e o Padim já montou sua tenda e começa a distribuir presentes para a população. Em breve, tem dentadura! E a Prefeitura? Vai dar nada não. No máximo um demão de cal pela cidade para mascarar os 6 anos e 10 meses de incompetência. Ahhh... Chegou uma notícia aqui de última hora. O contrato da empresa de cal foi cancelado. Vamos ter que aguardar o empréstimo de até 15 milhões sair para pintar a cidade para as eleições de 2012. E tem gente na grande rede assumindo sua confusa posição política. Ainda bem que ele só ler isso aqui se for convidado. Então... Fica por lá, moleque! E o dançarino da Prefeitura? Em breve ele estará animando a nossa home. E por aqui vou ficando nas minhas indagações.
Por: Romisson Silva




