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E no princípio...


E no princípio eram os Dántâs, e os Dántâs estavam com o Povo. Mas todas as coisas foram feitas contrárias a eles. O Povo não percebeu, pois fizeram-se de tolos.
Noutro preâmbulo eleitoral apareceram os Sardsóns. E pensaram que eram bons, mas o mal gosto deseducado, não percebendo a prolixidade continuou a concordar. E vieram praças e praças e mais praças. Continuaram como tolos.
E criou-se o diretório dos Penhas e achou-se que eram bons. Então veio o campão, com rendosos futebóis e futebóis. Agora querem voltar à cena. Cuidado!
Em dois 1000 e quatro uma luz no fim do túnel apareceu. Os Barvalhos chegaram ao palco com o engodo retórico e projetando nas cabecinhas alheias, com um amarelado sorriso no rosto, a esperança no coração dos daqui, como previ, analiticamente, junto com o gato que sempre cai em pé, em outro texto.
2008 quando a luz no fim do túnel começou a ressurgir parece que uma ideologia predominantemente reacionária resolveu colocar ainda mais o pé na jaca cedendo aos batismos e bênçãos aéreas. Foi quando a luz do fim do túnel se apagou por mais quatro anos.
Nesse pisca-pisca vamos nós nessa cidade de papel.
Por: Rafael Rosa
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