SENAI tem interesse no prédio do Colégio Santana para implantar cursos. Prefeitura precisa desapropriar área
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| Prédio encontra-se totalmente deteriorado. Para SENAI se instalar no prédio depende de desapropriação pela prefeitura para assinar o convênio. Foto: Expresso Catuense |
Por: Magnum Seixas
O SENAI-Bahia (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), pertencente ao sistema FIEB (Federação das Indústrias do Estado da Bahia), demonstrou interesse em ocupar o prédio abandonado no Centro da cidade que abrigava o antigo colégio Santana. Recentemente o SENAI indicou a possibilidade de implantar pelo menos 8 novos cursos em Catu (Veja Matéria).
O interesse do SENAI foi demonstrado por um dos seus representantes em contato com o vereador Índio (PSB). No contato o representante da instituição afirmou que os encaminhamentos necessários para a implantação dos cursos já foram direcionados ao SENAI e a FIEB, estando a espera do retorno para consolidar o projeto, afirmando que está na torcida pela viabilização do projeto que poderá trazer muitos benefícios para Catu e toda a micro-região.
Ainda no contato o representante da instituição que fornece os cursos buscou informação sobre a possibilidade de cessão do prédio do antigo colégio Santana para receber imediatamente os cursos que o SENAI pretende implantar em Catu. A cessão pode se dar por meio de convênio com a prefeitura.
O SENAI é um dos principais ofertadores de cursos técnicos e profissionalizantes, gratuitos e pagos, do país e sua chegada a Catu ampliará a oferta de capacitação de mão de obra e suprir uma demanda histórica do município.
Contudo a ocupação do prédio do Santana pelo SENAI dependerá de uma desapropriação pela prefeitura do prédio junto a CNEC, proprietária da área que se encontra abandonada há quase 8 anos. O presidente da Câmara, o vereador Adilson, no dia 26 de março, já havia proposto a prefeitura a desapropriação do prédio para implantação de cursos (Veja Matéria). O tema desapropriação de áreas urbanas e rurais voltou com intensidade nas últimas semanas na cena política catuense criando um clima de instabilidade política e pressão sobre a prefeitura para acelerar o processo de desapropriações de áreas sem utilização.




