“Onde está o inquérito? Onde está o processo?”, questionou o vereador Nil Prefeitura sobre o acidente da Rodoviária
Por: Magnum Seixas
Enquanto a reforma do Terminal Rodoviário de Catu esbarra na burocracia da licitação foi levantada na sessão desta terça (26) uma questão que tem passado despercebida pela população: a cobrança pelo prejuízo à empresa responsável pelo acidente que pôs a rodoviária ao chão.
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| Vereador quer que empresa responsável pelo acidente custei as despesas da reforma |
Para o vereador Nil prefeitura, a empresa responsável pelo caminhão que atingiu a rodoviária deve ressarcir os prejuízos, pois se trata de uma grande transportadora, a qual teria condições de arcar com o prejuízo causado. O vereador classificou como inadmissível a prefeitura retirar cerca de R$ 200 mil dos cofres públicos para a reforma, quando existem outras questões emergenciais, sendo que a empresa causadora do acidente que deveria bancar as obras, segundo ele.
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| Onde está o inquérito? - questiona o vereador Nil Preitura |
“A rodoviária já vai pra 90 dias e está lá no mesmo lugar. Sabemos também que foi um caminhão baú que bateu, danificou as estruturas e nada foi feito. A minha pergunta: Que providência foi tomada sobre esta empresa que tem condições para arcar com aquele prejuízo? [...] Não é justo tirar R$ 200 mil, enquanto esta empresa que danificou, que quebrou mesmo a rodoviária, fique sem uma punição, que não venha ressarcir este dinheiro [...] A HL Transporte Ltda é uma empresa grande, uma empresa rica. [...] É preciso que essa casa enviei requerimento para o judiciário, para o executivo, que puxe o inquérito[...] Aonde está o inquérito, aonde está o processo?”, afirmou na Câmara o vereador Nil Prefeitura.
O debate foi reforçado pelo vereador Nenga do Leite: “Todos nós sabemos que foi uma empresa que danificou a rodoviária e nada mais justo que essa empresa venha a arcar com as despesas da rodoviária. Nós sabemos que a prefeitura tem vários advogados e tem todas as condições, sem precisar tirar dos cofres públicos, dinheiro para pagar advogado. Então está na hora do prefeito procurar agir, procurar buscar esse dinheiro, para que esta empresa possa arcar com o que foi eles que danificaram”.
Na época do acidente a AGERBA era a responsável legal pelo Terminal, transferindo para o município de Catu, apenas no mês de fevereiro deste ano.





