Rodoviária continua despencada e sem sinais de reconstrução
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| Após 4 meses rodoviária continua despencada |
O
dilema continua. Após quatro meses do acidente que pôs o Terminal Rodoviário de
Catu ao chão, a situação continua a mesma. Durante o período eleitoral o empurra-empurra
de responsabilidade foi a principal atitude tomada em relação a situação
da rodoviária. Dias antes da eleição a prefeitura de Catu anunciou que havia recebido a concessão do terminal
rodoviário do governo do Estado, substituindo uma
antiga faixa que informava que a responsabilidade do prédio era da AGERBA e pondo no local outra faixa informando que a concessão passou a ser do município. A informação também foi
divulgada em nota no site oficial da prefeitura do dia 9 de outubro, “A prefeitura municipal de Catu recebeu
do governo do estado esta semana, concessão de uso do terminal rodoviário local
(...) decretou que a obra tenha início imediatamente, buscando como sempre faz
tornar a vida do catuense mais tranquila. “Dentro de alguns dias teremos nosso
terminal rodoviário totalmente reformado.” salientou a prefeita”.
Contudo passados mais de 10 dias do anúncio,
nenhum sinal de início de reforma do prédio, e o serviço continua sendo
prestado nas instalações improvisadas as margens do terminal.
Ainda no dia 8 de outubro, a prefeitura de Catu
divulgou decreto que estabelece a suspensão de qualquer contratação de obra,
serviço ou compra de qualquer natureza. Este fato despertou a dúvida na
população da possibilidade do terminal não ser concluído ainda este ano em
função da medida adotada pela prefeitura. A exceção de gastos verificada no
decreto apenas faz referencia aos estritamente necessários ao
funcionamento dos setores da Prefeitura e a execução de programas e convênios
estabelecidos com os governos federal e estadual.
Apesar das limitações as despesas apresentadas
em decreto, a reforma do Terminal Rodoviário trata-se de uma situação
emergencial, e como o terminal passou a ser de concessão do município existe a
possibilidade de realização de empenhos para execução da obra – assim espera-se.
Por: Magnum Seixas




