É preciso eliminar os fantasmas políticos de Catu
A
morte política de alguns grupos se confirmou na última eleição. As urnas os
botaram para fora do quadro político. O golpe de misericórdia é
impossibilita-los de voltar a assombrar a política catuense. É preciso uma operação
Caça Fantasmas, uma auditoria completa nas frias e esverdeadas paredes do
templo há muito assombrado. É preciso averiguar todas as irregularidades
cometidas por estes enquanto representantes políticos, assim como aqueles meios
que sempre estiveram dando suporte e se beneficiaram das praticas adotadas
pelos ‘poltergeists’ catuenses. Entre estes se destacam: empreiteiras, escritórios
de consultorias e assessorias, meios de comunicação, terceirizadas, entre outros inúmeros.
Não
se trata de perseguição. Trata-se de averiguar as irregularidades cometidas e
todo subsequente prejuízo causado ao erário municipal e a população. Trata-se
de escancarar a sociedade os responsáveis pelo sangramento público e diante dos
avanços que a legislação eleitoral passou nos últimos anos, que estes não
retornem mais ao poder. É preciso sepultar de uma vez por todas o mau uso do recurso
público, as práticas de favorecimento e irregularidades de todos os tipos.
Para
começar a mudar é preciso manter estes herdeiros das más praticas fora do novo projeto de construção, caso contrário a contaminação pode ser maior do que
qualquer previsão. Não se pode apostar na regeneração destes grupos e indivíduos.
Eles já deram provas o suficiente do mal que podem causar ao público. É preciso
dá gás novo, com pessoas qualificadas e que tenham posição definida quanto a
forma de agir. Não se pode confiar em indivíduos que pula de galho em galho
diante da mínima mudança de cenário. Muitas dificuldades existirão para a
construção de um novo projeto e a presença de pessoas aguerridas e determinadas
será fundamental para enfrentar as turbulências que possam surgir.
A
atual presidenta do Brasil, Dilma Rousseff deu aprova de que quando é
necessário fazer uma limpeza, tem que ser feita, independente dos custos políticos
que serão gerados. Se não fizesse a limpeza a maquina não teria adquirido o
ritmo ideal. Obviamente que a presidenta ainda precisa avançar na sua limpeza,
especialmente aos meios de comunicação que vieram e continuam a produzir golpes atrás
de golpes, utilizando-se de grandes cifras do dinheiro público. Sem o dinheiro
público eles (meios golpistas) não sobrevivem, isso é fato notório.
Em
Catu a situação não será diferente, contudo exigirá menos esforços, até porque
os fantasmas catuenses não assombram tanto e não metem mais medo a ninguém. O que não
pode é alimentar o receio de figuras que hoje estão mais para protagonizar
ações de humor do que de terror. São figuras sem energia, sem os meios
necessários para a sobrevivência política. Então a pergunta é: há algum motivo
para dá sobrevida a estes grupos e indivíduos? Na mídia local temos um destes
exemplos, de um grupo que rapidamente mudou de posição em função da mudança de
cenário, após passar anos alimentando os antigos grupos políticos e massacrando os atuais
escolhidos pelos catuenses. Em Catu mostraram que não tinham forças para aplicar um golpe. Mas em Alagoinhas fizeram um papel de massacre, o deputado Joseildo sabe muito bem, após muito
sofrimento e perseguição, do que eles são capazes. Mas basta tirar o recurso público
deles e observe quanto tempo eles irão sobreviver.
Cabe
ressaltar que toda a mudança que se revelou nas urnas é reflexo do desejo da
sociedade de afastar estes fantasmas do nosso quadro político. Desta forma cabe
ao novo projeto atender o anseio da população.
Por:
Magnum Seixas




