Princípios na Administração Catuense
Não fosse isso uma piada, não estaria me rindo tanto. A falta de ética no serviço publico chega a ser cômica. Primeiro por que acredito que nossos ilustríssimos não têm a mínima ideia do que é ter ética no serviço público. Segundo por que... precisa dizer? Só óleo de peroba na cara del@s. Quero dizer em suas límpidas faces. Apelarei analogamente ao direito: o princípio da publicidade. O tal, é um dos orientadores da Administração Pública, dizendo respeito a levar ao conhecimento de todos os seus atos, contratos ou instrumentos jurídicos como um todo. O principio da publicidade dá transparência e proporciona a possibilidade de qualquer pessoa questionar e controlar toda a atividade administrativa que precisa representar o interesse público, de tal modo não se justifica o sigilo. E os veículos utilizados pelo executivo? E a transparência da gestão? O vento levou... Vejamos outro princípio da Administração Pública: o da eficiência. Este tem por objetivo, segundo Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino, assegurar que os serviços públicos sejam prestados de acordo com as necessidades da sociedade que os custeia. Enfatizam que a atuação eficiente não é questão de conveniência e oportunidade administrativa, mas sim uma obrigação da Administração Pública. Seja como for, a eficiência de Catu está nas ruas, na violência, nos buracos, na imensa variedade cultural (sic), no crack e em mais onde procurarmos... E a publicidade dos atos, mesmo que de forma análoga? Está, uma vez mais, na obstinação impositiva de não rotular os veículos da administração. Leia-se, veículos que estão a nosso serviço. Quero dizer a serviço do nosso bode expiatório.
Por: Rafael Rosa




