Microempresária afirma ter sido agredida em seu estabelecimento no centro da cidade
A pouco mais de uma semana, microempresária, afirmou ao Expresso Catuense ter sido agredida em seu estabelecimento. As agressões se iniciaram após um pedestre se esbarrar no toldo de seu estabelecimento. Após o esbarrão, disse a empresária “Ele entrou aqui na loja transtornado. Perguntei a ele o que aconteceu e o que poderia ser feito para auxilia-lo. Ele continuou a esbravejar e me ofender e agredir, diversas pessoas que passavam pela rua se aproximaram. Fiquei com bastante receio e evitei a discussão, afinal hoje em dia não sabemos com quem estamos nos defrontando e o que pode está portando”.
Segundo a empresária, o toldo foi colocado para proteção aos efeitos do sol, pela tarde ocupa todo o estabelecimento, sendo impossível a realização das atividades e impondo riscos a integridade dos próprios medicamentos, expostos em sua farmácia. O Expresso Catuense, teve no local para averiguar a situação. O fato é que todas as calçadas estão ocupadas, por ambulantes e mercadorias de outras lojas, restando um pequeno espaço para os pedestres.
Outro grave problema apontado pela empresária são os carros que ficam estacionados a frente da farmácia. Além obstruir as passagens dos pedestres, que tem que andar pelo meio da rua, os veículos ocupam vaga de um estabelecimento que por orientação deve está com o espaço sempre a disposição, uma vez que pode ser utilizada para questões mais emergências, como já acontecem em outras cidades, onde as paradas em frente a farmácias obrigatoriamente são para clientes em atendimento e com duração máxima de 15 minutos.
Outro agravante em relação aos veículos, diz a empresária: “eles ficam praticamente sobre a loja, a escondendo e até inibindo a entrada dos clientes.” Acrescenta dizendo que outros fatos relacionados a veículos aconteceram no estabelecimento: “certa vez uma barra de ferro que estava ao canto da loja, foi puxada por um pedestre, e atingiu justamente um veículo que estava parado bem a frente da loja. Como sempre ficou por minha conta, que tive que arcar com o conserto do veículo, depois de muita discussão, a qual quis evitar e foi resolvida com a presença da polícia”.
A empresária reclama também da insegurança no comércio dizendo que já foi assaltada quatro vezes, somente no ano passado.
Indignada, acha inadmissível que o município permita a ocupação das calçadas como tem sido feita por mercadorias e ambulantes, mas enfatiza a desordem relacionada aos veículos, que não respeitam nem os espaços dos pedestres e nem dos lojistas. Visivelmente revoltada, exclamou “Nós pagamos tanto impostos, todos muitos elevados, inclusive os municipais, além de gerarmos empregos e como contrapartida não temos nenhum apoio do poder público”
Esta situação, de ocupação das calçadas e trechos adjacentes por veículos e pedestres, ficou claramente visível na visita realizada pelo Expresso Catuense, que verificou que a situação dos veículos afligem outros empresários, mas sobretudo os pedestres, que competem com os automóveis as ruas.
Outra possível irregularidade foi verificada pelo Expresso Catuense, numa enorme área ociosa bem no centro do comércio, que foi cercada chapas de ferro. A proteção ocupa metade de uma calçada, que por sinal já é bastante estreita. O restante do que não foi ocupada pela proteção, esta ocupada pelos trabalhadores ambulantes, desta forma naquele trecho não tem área de acesso para pedestres.





