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Ao lado de Luiza Maia, vereadores falam da situação do município na Catu FM


Nesta última quinta-feira (27), a Deputada Estadual Luiza Maia esteve presente mais uma vez em Catu para dar entrevista a Rádio Catu FM, no programa “A Voz do Povo”, ancorado pelo líder comunitário José Damasceno. Luiza que esteve por diversas vezes em Catu no ano passado participando de audiências públicas na Câmara, falou sobre alguns dos seus projetos que tem repercutido nos municípios e no Estado da Bahia. O anti-baixaria, projeto de autoria da deputada, que ficou conhecido nacionalmente, foi tema da entrevista, na qual a deputada falou do bloco de carnaval que alertará a sociedade e especialmente as mulheres da importância da lei.
Acompanhando Luiza Maia, estiveram os vereadores Nil prefeitura, Nenga do Leite e Bibi, que levaram ao público e ao conhecimento da deputada os principais problemas que afligem os catuenses, principalmente pelos bairros periféricos da cidade. Contudo, o tema COSIP, a contribuição sobre a Iluminação Pública que a Prefeitura de Catu tenta cobrar da população, voltou a cena. O questionamento sobre a COSIP foi levantado pelo apresentador do programa.
Vereador Bibi diz que população não deve pagar mais um imposto.
Vereador Bibi diz que população não deve pagar mais um imposto.
“Sobre a COSIP sou totalmente contra, pois é uma taxa de iluminação que a atual administração quer que seja inclusa nas contas de luz do povo catuense. Não sou oposição a administração, mas sim a muitas ações erradas ocorridas nessa administração e por isso me tem como oposição porque sempre defendo o direito do cidadão”, destacou sobre sua posição em relação a COSIP e sua atuação na Câmara o vereador Bibi.
Além de falar da COSIP, Nil trás a público problemas no Fleming.
Além de falar da COSIP, Nil trás a público problemas no Fleming.
Já o vereador Nil Prefeitura reafirmou com contundência sua posição contrária a COSIP. Aproveitou o momento para falar sobre os problemas encontrados no bairro do Fleming, na Rua Canaã, no qual a população teve que se unir para pagar uma máquina para fazer a rede de esgoto do local. “Isso é um absurdo, já que existe a máquina pública que tem a obrigação de levar os benefícios à população”, afirmou Nil.