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AVE ALEGRIA

Outro dia encontrei este poema, de Sylvia Orthof, numa revista para professores:

“AVE ALEGRIA/ CHEIA DE GRAÇA/ O AMOR É CONTIGO,/ BENDITA É A RISADA/
E A GARGALHADA!/ SALVE A JUSTIÇA/ E A LIBERDADE!/ SALVE A VERDADE,/ A DELICADEZA/ E O PÃO SOBRE A MESA!/ ABAIXO A TRISTEZA!/ AVE ALEGRIA!”

Achei o poema bastante apropriado para o momento pós-eleição. Pois foi com muita alegria que os eleitores do candidato Geranilson Requião receberam a notícia da vitória nas urnas. Isso trouxe para o petista a preciosa oportunidade de concretizar seu plano de governo. Vimos que, com muita festa e agradecimentos, no dia 07 de outubro ainda, ele confirmava sua intenção em fazer uma gestão diferente. À sua frente, o povo alegre e confiante retribuía os acenos, sorrisos e as esperanças.

Mas, como se diz por aí, não se vive só de alegria... Passado o momento de festejar a vitória legitimada pelo povo catuense, agora estamos todos na expectativa de vivenciar a futura gestão.

Como não sou perita no assunto, deixo as análises políticas para quem de direito (risos). É assim que me distancio um pouco e exponho minhas ideias, que encontram ressonância no poema de Sylvia Orthof, pois como catuense nascida e “meia criada” também quero manifestar minhas expectativas.

O poema é encantador, porque traduz as necessidades, diria eu, mais profundas do ser, como alegria, amor, graça, justiça, liberdade, verdade, delicadeza, pão(alimento).
A alegria fortalece a fé nas melhorias, e na concretização dos projetos, baseados em diagnósticos das necessidades do município, com concisão e em tempo ágil, levando-se em conta as especificidades do processo.

A graça e a verdade estão em se identificar com o povo, e estar efetivamente com ele, ajustando demandas, ouvindo e escutando (coisas diferentes, meus amigos), respondendo, dialogando e tomando decisões conjuntas, no espaço público de direito.
Justiça e liberdade são pontos utópicos, mas é para eles que a gente vive e sonha, e eles dão juntos a diretriz do caminho a seguir, com sensibilidade, ética, pontos congruentes para um boa gestão municipal.

Pão, ora, é fruto de trabalho, mas deve ser garantido para todos, como a Luz do Sol, em oportunidades que se traduzem nos investimentos em educação, cultura, esporte, lazer, fomento ao comércio, programas de cuidado e proteção à família, jovens ,idosos, mulheres, crianças.

O amor, fica por conta e gosto de cada um, amor pela nossa terra e pela nossa história, para que não seja negada a construção cidadã e plena de sujeitos históricos políticos e fomentadores do progresso.

Acredito que o poema “em intenção de prece” possa nos servir para celebrar, agradecer, e pedir. E então, é esperar.