Curtir esta matéria

Justiça faz apreensão no Hospital Municipal de Catu por conta de denúncia de crime eleitoral


CONSULTAS  Na quarta (26 de setembro) o Ministério Público (MP) recebeu uma denúncia de que irregularidades estariam ocorrendo no Hospital Municipal de Catu. Após ver um vídeo onde uma suposta funcionária do hospital particular Agnus Dei realizava marcação de exames e agendamento de consultas na central de regulação do Hospital Municipal, o MP ingressou ação cautelar para buscar provas do acontecimento denunciado.

Foi realizada uma ação de busca e apreensão pela juíza Débora Magda Peres Okumura, o promotor Maurício José Falcão Fontes e um Oficial de Justiça, na qual recolheram todo o material que se encontrava na sala onde atendia a suposta funcionária do Hospital Agnus Dei. Entre o material recolhido consta um caderno com uma provável lista de agendamentos de exames e consultas que haviam sido marcadas de forma irregular. A suposta funcionária do Agnus Dei foi conduzida até o fórum para prestar maiores esclarecimentos. Outros três funcionários do Hospital Municipal foram intimados para prestar esclarecimento nesta segunda, 1º de outubro.

A apuração dos fatos transcorre na justiça e este caso é considerado um dos mais graves dentre os que surgiram nesta eleição municipal.
Comprovada a irregularidade eleitoral, os candidatos envolvidos poderão ter suspenso o registro da candidatura, dentre outras penalidades.

Fonte: Jornal Expresso Catuense