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Estudantes reclamam do transporte universitário que "racham" com a Prefeitura de Catu

Imagem ilustrativa
No último dia 24 de maio, uma estudante procurou o Expresso e, de acordo com a mesma, o transporte universitário e para cursos técnicos, que leva os alunos catuenses até Salvador, não circula toda véspera de feriado prejudicando os alunos, pois os mesmos ficam sem ir a aula.

No dia 21 de maio (uma segunda-feira), os alunos ficaram sem ir para a aula porque os 2 transportes alegaram a forte chuva em Salvador, o que prejudicou alunos que acabaram perdendo prova por conta disso.


Segundo a aluna, a chefe do departamento de transporte escolar, a senhora Maria Tavares, disse que não poderia fazer nada diante desse caso. Os alunos também relatam que pagam 130 reais pelo transporte que, ao que parece, é divulgado e conhecido como "transporte da prefeitura". Vale frisar que este departamento é subordinado a secretária de Educação e Cultura, Maria Joanil.

Lembrando que diversos leitores já procuraram o Expresso Catuense para fazer reclamações sobre o transporte para estudantes universitários e de cursos técnicos fora de Catu. Em 2011 recebemos denúncias sobre a precariedade do serviço, como ônibus que quebra várias vezes e a dificuldade financeira dos estudantes que ainda tem que "rachar" com a prefeitura os custos do transporte.

Entramos em contato com a Prefeitura Municipal de Catu a qual esclareceu que de fato há a divisão das despesas do transporte universitário e de curso técnico para Salvador com os estudantes, onde a prefeitura oferta uma bolsa-auxílio de 50% do valor do transporte e os alunos pagam os outros 50%. Outras cidades da região ofertam ao seus alunos o transporte sem custo algum ou até mesmo vale-transporte.


Segundo a resposta da prefeitura, assinada por Maurílio Fontes, há também a confirmação de que no dia 21 de maio os motoristas procuraram o setor de transporte da prefeitura alertando para as fortes chuvas na capital. A chefe do departamento teria dito que eles resolvessem a questão com os estudantes. Porém, os estudantes afirmam que a decisão foi unilateral.


Por: Romisson Silva