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Enquanto moradores sofrem com falta de água, SAAE de Catu estuda medidas para revisar tarifas

Crianças carregando água em baldes no Alto das Pombas,
no bairro da Barão de Camaçari. Foto: 2011
Nos últimos dias uma série de reclamações dos moradores do Bairro Barão de Camaçari relativas a falta de água chegaram ao Expresso Catuense. A falta de água é uma reclamação frequente de moradores de outros bairros, como Bom Viver e Pioneiro. O problema no abastecimento de água, um serviço essencial, no município continua avançando de forma crescente nas comunidades e ganhando tons de dramaticidade em locais que chegam a ficar semanas sem o serviço.

Enquanto isso, de acordo com o Diário Oficia do Municipio, no dia 12 de abril, foi realizada a contratação da profissional Nadja Suzete Ferreira de Lima, por R$ 15 mil, para elaboração de estudo e proposta de revisão da estrutura tarifária dos serviços do SAAE. Ressalta-se que no dia 16 de abril, um decreto assinado pela prefeita Gilcina Carvalho, autorizou o reajuste da tarifa em 4,96%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Qualidade da Água
A leitora Letícia Pacheco encaminhou a página do Expresso
Catuense no Facebook, imagem com a água que chegava nas
torneiras de sua residência. " Essa é a cor da água que chega
em minha residência
", disse leitora, em 26 de março.
Outro aspecto que sempre decorre em críticas pela população está relacionada a qualidade da água. Muito leitores reclamam do aspecto da água que chegam as suas torneiras, como citou indignada uma catuense no Facebook, “A água em Catu tem cor, cheiro e sabor”, fazendo referência crítica ao aprendizado básico das propriedades da água que segundo ensina a literatura fundamental “Á água pura é incolor (sem cor), inodora (sem cheiro) e insípida (sem sabor)”.

Em função das reclamações, no dia 23 de maio, o vereador Adilson (PT) encaminhou requerimento a Câmara de Vereadores solicitando da Secretária de Saúde do Município relatórios e laudos técnicos das ações e analises físico-químicas e biológicas realizadas pela Vigilância Sanitária da água servida aos catuenses.

Por: Magnum Seixas