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Desde janeiro, ônibus da empresa Cidade de Alagoinhas já podem trafegar normalmente em Catu.


Decreto da prefeitura que limitava entrada foi revogado

Imagem: Retratos de Catu
Decreto nº 947 de 28 de janeiro de 2011, publicado dia 04 de fevereiro no diário oficial do município, revoga o decreto anterior que limitava o acesso à Catu pela empresa Viação Cidade de Alagoinhas.  O Expresso Catuense, em busca de confirmação entrou em contato com o Gabinete da Prefeita, onde tivemos a informação que realmente o decreto tinha sido revogado e que não existe mais limitação de horários.
A empresa que presta o serviço de transporte entre os municípios de Alagoinhas, Catu e Pojuca, teve seu acesso limitado ao centro da cidade de Catu por meio do decreto nº 898 de agosto de 2010. Segundo este decreto o trafego ao centro pela empresa estava restrito a duas paradas diárias, sendo os pontos de parada na Praça Duque de Caxias ao lado da quadra de esportes e na Igreja Matriz, ficando vedada as paradas fora da rodoviária e nos locais anteriormente citados.
A limitação provocou protestos no município, uma vez que maior parte da população necessita do transporte para buscar serviços essenciais na cidade vizinha. Consta informações de lideranças do movimento de protesto que foi entregue abaixo assinado com mais de 3.500 assinaturas, solicitando a volta dos serviços da empresa Viação Cidade de Alagoinhas. Segundo morador do centro que preferiu não se identificar “ De nada adiantou limitar a empresa, porque transportes clandestinos continuaram a realizar o transporte à Alagoinhas. Quem perdeu fomos nós, porque pelo menos a empresa tinha horários certos e podíamos nos planejar, o clandestino não.”
Apesar de já ter quase 20 dias de revogado o decreto, a empresa Cidade de Alagoinhas ainda não voltou aos horários que realizava anteriormente a limitação. Causando até supresa, “ A prefeita está surpresa porque a empresa não voltou a circulação normal”, afirmação do Gabinete da Prefeita. O Expresso Catuense, tentou contato com a empresa Cidade de Alagoinhas, mas não encontrou ninguém para falar sobre o assunto.
Por: Magnum Seixas