Sábado começa a Campanha Nacional de Multivacinação para crianças menores de 5 anos
Por: Romisson Silva
A Campanha Nacional de Multivacinação, que começa neste sábado (24) e segue até o dia 30 de agosto, tem o objetivo de imunizar e atualizar a carteira de vacinação das crianças menores de cinco anos. No dia 24 de agosto, sábado, acontece o já conhecido "Dia D de Vacinação", neste dia, as secretarias municipais de Saúde dos 417 municípios da Bahia estarão com postos e centros de saúde abertos para imunizar as crianças dentro da faixa estaria estabelecida.
Na Bahia, aproximadamente 1,1 milhão de crianças deverão ser atendidas pelos profissionais dos serviços de Saúde com Sala de Vacina ou Pontos de Vacinação, estruturados pelas secretarias municipais de Saúde, visando o acolhimento, a abordagem, a verificação da caderneta da saúde da criança e a aplicação da vacina em conformidade com a situação vacinal identificada durante o atendimento e com o calendário básico de vacinação.
Para a Secretaria de Saúde de Catu (Sesau), os pais e responsáveis têm um compromisso com a saúde dos filhos menores de cinco anos: atualizar a caderneta de vacinação. Por isso, devem levá-las à Unidade de Saúde da Família (USF) mais próxima de sua residência para fazer a atualização da caderneta de vacina contra a BCG, Pólio, Hepatite B, Tetravalente, Tríplice Viral [sarampo, rubéola e caxumba], Rotavírus, Meningocócica, Pneumocócica, Pentavalente, Febre Amarela e DTP [difteria, tétano e coqueluche]. Ainda de acordo com a Sesau de Catu, a atualização será feita de acordo com a necessidade de cada criança.
"Essa campanha pretende contribuir para a erradicação, eliminação e controle das doenças imunopreveníveis", afirmou a secretária de Saúde de Catu, Mariana Requião.
A coordenadora do Programa Estadual de Imunizações, Fátima Guirra, diz que o objetivo principal da campanha é atualizar o esquema vacinal, de acordo com o calendário básico de vacinação, na caderneta de saúde das crianças menores de 5 anos de idade. "Com isso, também esperamos aumentar as coberturas vacinais para atingir a meta específica de cada vacina, melhorar a homogeneidade das coberturas vacinais nos municípios, região de saúde e estado e manter a eliminação do sarampo e da poliomielite", explicou a coordenadora.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que “O ideal é que não esqueçam da caderneta, mas se não tiver o documento, levem as crianças para que sejam avaliadas pelos profissionais de saúde. Hoje, oferecemos ao público infantil vacinas para 18 tipos de doenças, sendo 90% delas são produzidas no Brasil”. Ele ainda explicou que, caso o posto não tenha o registro da criança, os profissionais de saúde seguem o protocolo do Ministério da Saúde, com as recomendações sobre o processo de atualização das vacinas, de acordo com faixa-etária.
Já o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, destacou que “As crianças, especialmente as menores de cinco anos, só estarão protegidas, de fato, quando completarem todo o esquema de vacinal”, observou o secretário. Ele lembrou que a grande maioria das vacinas no Brasil exige mais de uma dose, acrescida do reforço. O público nesta faixa etária é de, aproximadamente, 14,4 milhões de crianças.
Na Bahia, aproximadamente 1,1 milhão de crianças deverão ser atendidas pelos profissionais dos serviços de Saúde com Sala de Vacina ou Pontos de Vacinação, estruturados pelas secretarias municipais de Saúde, visando o acolhimento, a abordagem, a verificação da caderneta da saúde da criança e a aplicação da vacina em conformidade com a situação vacinal identificada durante o atendimento e com o calendário básico de vacinação.
Para a Secretaria de Saúde de Catu (Sesau), os pais e responsáveis têm um compromisso com a saúde dos filhos menores de cinco anos: atualizar a caderneta de vacinação. Por isso, devem levá-las à Unidade de Saúde da Família (USF) mais próxima de sua residência para fazer a atualização da caderneta de vacina contra a BCG, Pólio, Hepatite B, Tetravalente, Tríplice Viral [sarampo, rubéola e caxumba], Rotavírus, Meningocócica, Pneumocócica, Pentavalente, Febre Amarela e DTP [difteria, tétano e coqueluche]. Ainda de acordo com a Sesau de Catu, a atualização será feita de acordo com a necessidade de cada criança.
"Essa campanha pretende contribuir para a erradicação, eliminação e controle das doenças imunopreveníveis", afirmou a secretária de Saúde de Catu, Mariana Requião.
A coordenadora do Programa Estadual de Imunizações, Fátima Guirra, diz que o objetivo principal da campanha é atualizar o esquema vacinal, de acordo com o calendário básico de vacinação, na caderneta de saúde das crianças menores de 5 anos de idade. "Com isso, também esperamos aumentar as coberturas vacinais para atingir a meta específica de cada vacina, melhorar a homogeneidade das coberturas vacinais nos municípios, região de saúde e estado e manter a eliminação do sarampo e da poliomielite", explicou a coordenadora.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que “O ideal é que não esqueçam da caderneta, mas se não tiver o documento, levem as crianças para que sejam avaliadas pelos profissionais de saúde. Hoje, oferecemos ao público infantil vacinas para 18 tipos de doenças, sendo 90% delas são produzidas no Brasil”. Ele ainda explicou que, caso o posto não tenha o registro da criança, os profissionais de saúde seguem o protocolo do Ministério da Saúde, com as recomendações sobre o processo de atualização das vacinas, de acordo com faixa-etária.
Já o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, destacou que “As crianças, especialmente as menores de cinco anos, só estarão protegidas, de fato, quando completarem todo o esquema de vacinal”, observou o secretário. Ele lembrou que a grande maioria das vacinas no Brasil exige mais de uma dose, acrescida do reforço. O público nesta faixa etária é de, aproximadamente, 14,4 milhões de crianças.
Com informações da SESAB, Ministério da Saúde e Sesau/Catu (Ascom)




