A festa começou: a família metralha e os novos métodos de assalto.
“Olha a cesta básica, quem vai querer. Olha a cesta básica, fresquinha e de graça. Olha a cesta básica. Para todos. Sem distinção de classe.”
Os joguetes políticos começaram mostrar sua intensidade, visto que pouco tempo falta para os marotos apertarem os cintos de segurança para a temporada eleitoral. O tal jogo necessita a articulação de todos. Digo, todos aqueles interessados em seu próprio bolso e na carreira política que, de fato, é uma praga nacional. Praga no sentido de estabelecer uma relação de usurpação dos bens públicos: aquilo que sai de nossas carteiras e mais. Praga no sentido de na independência dos poderes, tornarem–se dependentes um do outro da pior forma possível. No assistencialismo urubuzeiro. Na compra de votos prévia. No enaltecimento da imagem dos doadores de comida aos “necessitados” votantes viciados. No controlar do executivo sobre a maior parte do legislativo que se faz de pateta. E na patética ignorância camuflada nos fazem de abestalhados. Com festinhas e cestinhas. E pior, as cestinhas para quem não precisa.
Faz-me rir ouvir que os nobilíssimos vereadores são mais capacitados para fazer o mapeamento das demandas de risco social da população do que a Secretaria de Ação Social a qual tem finalidade quase que exclusiva para isso. Noventa por cento dos mesmos, quem sabe até 80%, - sendo otimista –, não tem a capacidade de legislar de forma adequada, imagina mapear as áreas de risco social de Catu? O certo é que o voto quase certo começa a ser requisitado através do assistencialismo canalha. O certo é que se não acordarmos passaremos mais 4 anos rezando e orando com vossas excelências na Câmara, as terças-feiras a noite, para ver se Deus abençoa a cidade. Isso fazem com fé. Mas a boa fé e ética para com o cidadão...
Por: Rafael Rosa




