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Dia Internacional do Rock



Iniciado para reivindicar demandas sociais no continente africano, o 13 de julho ficou mundialmente famoso como o Dia Internacional do Rock n’ Roll. Durante mais de 50 anos o Rock n Roll projetou diversos subgêneros no cenário musical. Do underground às modinhas. De Elvis Presley à Restart. De Chuck Berris à Little Richard. Ao Emo. Entre os subgêneros é válido mencionar o Heavy Metal, o Punk e o Hard Core que tem se fundido formando o Punk Rock Hard Core.  As variações do Metal vão do Tresh Metal ao Metal Melódico. Como exemplo no cenário brasileiro temos as Bandas Sepultura e Angra, ambas mais conhecidas na cena internacional. O cenário punk do Brasil conta com um miríade de bandas germinadas nos anos de efervescência cultural – 80 e 70. São Paulo, principalmente, no ABC paulista concentrou diversos grupos da cena punk. Como precursora da cena tem-se Restos de Nada, seguidos de Cólera, Ratos de Porão, Pysicoze e Fogo Cruzado. A principal características desses grupos são a agressividade no expressar, protestando contra às arbitrariedades dos Governos (sistema), a banda Cólera por exemplo, foi o primeiro grupo de punk rock a tocar nas questões ambientais; Brasília por seu turno lançou Legião Urbana. Há ainda no país os clássicos do Rock ‘n Roll: Cazuza, Cássia Eller, Paralamas do Sucesso e mais. Não podemos esquecer de mencionar Alice in Chains o irreverente Cobain e Nirvana na cena mundi. O atual cenário nacional é marcado pela explosão midiática na qual o Emo tem sido alvo. Com seus cabelos chapados e suas calças apertadas, são um fragmento do Punk a lá Ramones só na indumentária e sem as cores exorbitantes. Na Bahia, em cena o rock, destaque para as bandas The Dead Billies, Lisergia, Úteros em Fúria, Crac!, Inkoma, Dois Sapos e Meio, Penélope e Catapulta. Todas precedidas pelos Panteras Negras e Raulzito. O cenário atual conta com Pastel de Miolos, Cascadura, Retrofoguetes, The Honkers, Pitty, Los Canos, Brinde, Cama de Jornal e outras. Catu, por sua vez, não é indiferente. Tem também seus grupos, cito: Obus, Infúria e Cabecita. Na atual cena destaque para Not Names... Que o rock não se apague enquanto os riffs e os acordes vibrarem.

Por: Rafael Rosa
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