Sob muita crítica da população o transporte coletivo pode ser alvo de audiência pública

As criticas da população ao transporte coletivo do município, em especial, ao ofertado pela COTRAN, aumentaram e na sessão da terça-feira (11) da semana passada, o assunto virou destaque nos debates entre os vereadores. O transporte coletivo de Catu já vinha sofrendo fortes críticas no ano passado e se acentuaram atualmente. Uma enquete realizada pelo Expresso no início do ano passado mostrou que 82,3% dos catuenses avaliavam o transporte coletivo como Ruim ou Péssimo (Veja enquete).
O vereador Bibi pediu ao presidente da câmara, o vereador Adilson, que fosse convocada uma audiência pública para discutir o transporte. A solicitação foi bem recebida pela maioria dos vereadores, que também fizeram bastantes críticas ao transporte realizado pela cooperativa.
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Vereador cobra melhores condições do transporte coletivo, principalmente no bairro Barão de Camaçari.
Sobre a situação do transporte coletivo comentou na rede social Facebook, a internauta Izaltina Costa, “É um meio de transporte aqui no bairro que a gente tem até medo de ficar esperando, porque a gente nem sabe se ele vai aparecer”. Outro internauta comentou também da rede social na publicação do vereador Bibi, “Ai de nós que trabalhamos no comério se não existisse mototáxi. Bibi está de parabéns pela iniciativa e cooperação com a comunidade”.
Em ofício o vereador Bibi pediu a Secretaria de Serviços Públicos a diminuição do tempo de espera nos pontos. “Tem usuários que alegam ficar esperando mais de uma hora nos pontos. A comunidade solicita ainda que o transporte coletivo passem a rodar aos domingos e que os mesmos possam ir até à “Rua da Lama”, no bairro Barão de Camaçari”.
A câmara poderá convocar audiência pública, na qual o tema fica aberto para a população expor a situação e para que medidas sejam adotadas.

Câmara derruba veto do Prefeito Geranilson a projeto que beneficia associação de moradores




Na última terça-feira (18), foi colocada em votação a mensagem de veto encaminhada pelo prefeito Geranilson Requião, as emendas feitas ao projeto de lei nº01/2013, que autoriza a extração e venda de pinos pela associação dos moradores da comunidade de Flechas e Cassarongongo. O projeto que foi elaborado após muita pressão da comunidade e vereadores beneficiará a comunidade com a obtenção de recursos com a venda da madeira, assim como com a implantação do Plano de Revegetação, Recuperação e Enriquecimento da área (Entenda mais o sobre o caso).
Presidente desempatou a votação. Adilson já havia alertado vereadores sobre o risco de aprovar o veto.
Presidente desempatou a votação. Adilson já havia alertado vereadores sobre o risco de aprovar o veto.
A votação ficou empatada com seis votos a favor do veto e seis votos contrários ao veto, sendo desempatada pelo voto do presidente da Câmara, o vereador Adilson Mota, que votou contra o veto do prefeito. Os vereadores Nil prefeitura, Nenga do Leite, Bibi, Pequeno Sales, Índio e Clara Sena também foram contrários ao veto do prefeito ao projeto.
O presidente da Câmara já havia alertado os vereadores que em caso de manter o veto as emendas a idéia central do projeto perderia sua validade. Afirmando ainda que o Plano de Recuperação da Área, produzido pela comunidade com o apoio do Biólogo João Antunes do IFBaiano, será viabilizado com os recursos obtidos pela extração da madeira. O presidente da Câmara foi um dos maiores defensores da elaboração do modelo agroflorestal que será implantado na comunidade, Veja Matéria.
Vereador críticou vereadores que aprovaram a emenda e depois votam a favor para veta-las.
Vereador críticou vereadores que aprovaram a emenda e depois votam a favor para veta-las.
As emendas ao projeto foram feitas pelo vereador Índio e aprovadas por todos os vereadores. “Se nós votamos a favor dessa emenda e hoje nós vamos votar contra uma coisa que você votou a favor? Uma coisa que você vai dar oportunidade aos moradores daquela localidade, que vamos levar trabalho para extrair a própria madeira, que não venha uma empresa de fora, com funcionário de fora, para pegar o dinheiro daquela localidade e levar, que isso que sabemos que estão querendo fazer. Eu acho que os vereadores tem que estudar as emendas, os projetos para que depois não fiquemos aqui fazendo papel de besta”, questionou o vereador Nenga do Leite ao grupo formado pelos vereadores Bem Te Vi, Enéas, Paulo de Cacinho, João do Ônibus, Alex do Hospital e Nenen de Iozinho que votou a favor do veto.
Vereador diz que associação dos moradores não têm legitimidade e segue decisão do prefeito.
Vereador diz que associação dos moradores não têm legitimidade e segue decisão do prefeito.
O vereador Bem Te Vi argumentou que a associação não teria legitimidade para falar em nome da comunidade. “Eu conheço como a palma da minha mão a situação da associação de Cassarongongo e Flechas. E seria muito bom que os moradores de Cassarongongo pudessem participar da atividade da extração e possível venda dos pinos. Mas nós sabemos que não existe uma ligação de associação e moradores. Existe sim o presidente, um grupo de famílias que assumem a associação, mas não existe participação popular”, acusou o vereador Bem Te Vi na sua defesa pelo veto do prefeito. O vereador João do Ônibus seguiu a mesma linha do vereador Bem Te Vi e diz preferir que uma empresa realize o projeto e não a comunidade.
Vereadora vota contra o veto do prefeito e diz que moradores merecem oportunidade.
Vereadora vota contra o veto do prefeito e diz que moradores merecem oportunidade.
No sentido contrário já havia se posicionado a vereadora Clara Sena, “As emendas fortalecem a possibilidade de os moradores de Flechas e Cassarongogo participarem do projeto e devemos pensar neste sentido de darmos oportunidades a essas pessoas no projeto. Porque se a gente aprove sem estas emendas vai ser uma empresa fazer toda a parte do projeto e deve trazer também seus funcionários. Na realidade a gente deve priorizar para que participe deste projeto os moradores da comunidade de Flechas e Cassarongogo”, destacou a vereadora que também votou contra o veto as emendas do projeto.
Com a derrubada do veto, o projeto passa a ter força de lei, que deve ser sancionada pelo prefeito em até 15 dias depois da votação. Caso não seja sancionada pelo prefeito a própria Câmara poderá garantir a validade da lei.
A lei prevê que o recurso obtido com a venda da madeira deverá ser investido no Plano de Revegetação, Recuperação e Enriquecimento da Vegetação do local. Em caso de sobrar recurso, o mesmo deve ser aplicado em benefícios para a comunidade de Flechas e Cassarongongo.

Placa do Lar Mãe Corina é arrancada por empresário que alega calote da gestão do ex-prefeito Antônio Pena


 idosas mae corinaUm fato no mínimo pitoresco criou polêmica em Catu. O tradicional abrigo de idosos do município, Lar Mãe Corina, teve sua placa de identificação arrancada na manhã da última quinta-feira (20), pelo senhor popularmente conhecido como “Louro Papavento”, figura conhecida no meio político e que possui empresa que costumeiramente presta serviços à Prefeitura. 
O Lar Mãe Corina é de responsabilidade da Paróquia Santana de Catu e abriga atualmente nove idosas. Segundo a Secretaria Paroquial, o prédio foi doado por uma tradicional família do município à Paróquia, com a exigência, a qual estaria comprovada em documentação, de que o nome da instituição que ali se instalaria levasse o nome da família doadora, Corina. Já a Casa São Vicente pertencia à Congregação Vicentina, que cedeu para a Paróquia Santana de Catu, há muitos anos. O local já funcionou como Casa de Passagem, Maternidade e agora abrigo para idosos.
Louro que ex-prefeito não pagou o serviço contratado.
Louro que ex-prefeito não pagou o serviço contratado.
De acordo com os responsáveis pelo abrigo, Louro Papavento alega que teria prestado serviço na construção do abrigo, em 1995, ainda na primeira gestão do ex-prefeito Antônio Pena, mas que até hoje não teria recebido pelo serviço. Informaram ainda que como contrapartida pelas perdas provocadas pela gestão do ex-prefeito, Louro exige que se coloque o nome da sua mãe no prédio, como homenagem. A placa arrancada e levada por Louro continha o nome da instituição “Lar Mãe Corina” e o ano da fundação.
Este outro prédio também é de responsabilidade da Paróquia e abriga temporariamente as idosas, durante a reforma da Casa São Vicente.
Este outro prédio também é de responsabilidade da Paróquia e abriga temporariamente as idosas, durante a reforma da Casa São Vicente.
São dois prédios sob a responsabilidade da Paróquia, ambos localizados no Comércio, nas proximidades dos Correios. Um dos prédios leva o nome “Lar Mãe Corina” e o outro “Casa São Vicente”. Atualmente, os prédios estão destinados a serviço de abrigo para idosas da instituição Lar Mãe Corina. A Casa São Vicente está em reforma e é nela o centro da polêmica.
Na tarde da última sexta-feira (21), o Expresso fez contato com Louro Papavento por telefone, que confirmou o arranque da placa. “Nunca recebi um centavo [...] com tudo meu na construção”, alegou Louro. Que relatou ainda que a obra foi executada no ano de 1995, já entrou na justiça, mas nunca teria recebido se quer um documento em resposta. Louro nos confirmou que de fato a relação da obra foi com a Prefeitura, mas que o padre da época não teria ajudado na resolução do problema.
Sobre a homenagem a sua mãe no abrigo, Louro confirmou o pedido alegando que seria uma justa homenagem por todo o serviço prestado por ela na Pastoral da Criança, assim como ele sempre ajudou as questões da Igreja no município. Questionado sobre a impossibilidade de mudar o nome do abrigo, Louro diz que o prédio não é o que se refere o documento de doação. Para Louro, o prédio ao qual realizou a obra era uma antiga maternidade e que a casa doada a qual se referiu a Paróquia é o espaço em que atualmente estão os idosos, devido às reformas, em frente aos Correios.
O Padre Jaime era o responsável pela Paróquia na época. Na manhã desta segunda-feira (24), o encontramos na Secretaria Paroquial e o assunto já estava em discussão com a secretária Paroquial Denise Barbosa. Relataram ao Expresso que este caso é antigo. A obra teria sido realizada pela prefeitura, que reestruturou o prédio após o fechamento da maternidade, devolvendo-a à Paróquia. Segundo a secretária paroquial, a prefeitura iniciou as obras após a intervenção com pedido da catequista Celeste da Mata junto ao prefeito Antônio Pena. Desta forma, toda a relação da obra foi entre a empresa de Louro e a Prefeitura.
Ainda de acordo com informações da Paróquia, pouco tempo depois da entrega da obra, alegando não ter recebido o dinheiro do serviço, Louro chegou a ocupar a casa por cerca de um mês, sendo retirado por uma ordem judicial. Denise informou ainda que pouco tempo depois de terminar o mandato do ex-prefeito Antônio Pena, já no mandato do ex-prefeito Nardson, Louro teria procurado o prefeito para cobrar a dívida, mas Nardson teria informado que caso o mesmo tivesse documentações comprobatórias do serviço efetuaria o pagamento. O mesmo teria sido feito pelo Padre Jaime na época, que informou que caso Louro comprovasse a pendência da Paróquia com a empresa que o pagamento seria efetuado.
A Secretaria Paroquial da Igreja informou que está em processo um levantamento de documentos para adotar as medidas cabíveis e que uma nova placa está sendo confeccionada para a reinauguração do abrigo e há a intenção de unificar o nome dos prédios para “Lar Mãe Corina”. A unificação depende apenas de averiguar as possibilidades por meio das documentações existentes, uma vez que na prática as atividades do Lar Mãe Corina já vinham funcionando na Casa São Vicente.
Reforma está sendo realizada com recursos de convênio com o Governo do Estado.
Reforma está sendo realizada com recursos de convênio com o Governo do Estado.
A atual reforma do abrigo está sendo custeada com recursos repassados a Paróquia pelo Governo do Estado, em função de um convênio firmado ainda no ano de 2011, que prevê um repasse de R$ 3 mil mensais para custeio do programa voltado para idosos. Os recursos se acumularam em cerca de R$ 80 mil desde o início do convênio e o recurso foi destinado para a reforma do abrigo, completou Denise.
De acordo com os representantes da paróquia caso exista a dívida mencionada por Louro não teria relação com a Paróquia, mas seria de responsabilidade da Prefeitura, a qual teria contratado o serviço na época. Sobre a situação, o Padre João se mostrou bastante surpreso com a atitude de Louro afirmando que esperará o mesmo ficar mais calmo e que ele possa devolver a placa ao abrigo. Ainda assim, o Padre João fará o levantamento de todos os documentos junto com o Padre Jaime, responsável pela Paróquia na época da reforma, para comprovar que não existe nenhum débito entre a Paróquia e a empresa de Louro.


Produtores rurais de Pojuca e Gandu fornecerão R$ 335 Mil em alimentos para Prefeitura de Catu


De acordo com o Diário Oficial do Município de Catu, publicado no dia 17 de março, a Prefeitura Municipal de Catu efetuou dois contratos com uma cooperativa e uma associação de produtores rurais para adquirir cerca de R$ 335 Mil em gêneros alimentícios para atender as unidades escolares. O maior contrato ficou com a COMPTA-POJUCA, no valor de R$ 313 Mil. Já a Associação dos Pequenos Agricultores da Região de Laranjeiras, situada em Gandu (segundo informação da Receita Federal), ficou com um contrato de R$ 22.538,00.
Produtores catuenses participaram com força no fornecimento de alimentos nos anos de 2011 e 2012.
Produtores catuenses participaram com força no fornecimento de alimentos nos anos de 2011 e 2012.
Chamou a atenção o fato de associações e cooperativas de produtores de Catu conseguirem fornecer ao município. Em 2013 a COMPTA-POJUCA já havia embolsado um contrato de R$ 95,4 Mil para fornecer alimentos por 7 meses. No ano passado apenas a associação dos produtores de Panelas, das situadas em Catu, conseguiu fornecer gêneros alimentícios a prefeitura, no contrato de pouco mais de R$ 17,9 mil por seis meses de fornecimento.
No dia 28 de fevereiro reportagem do Expresso trouxe à tona a falta de estrutura dos agricultores no município de Catu, denunciada pelo vereador Nenga do Leite na Câmara. Na ocasião o vereador relatava a dificuldade no campo em Catu e a falta de produção, além dos problemas de organização que sofre as comunidades rurais (Veja matéria). Adquirir produtos da agricultura familiar é uma exigência do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que estabelece compra mínima de 30% de produtos advindos de produtores da agricultura familiar na alimentação escolar. O PNAE repassa recursos para as prefeituras. Por exemplo, a prefeitura recebe R$ 1,00 para cada aluno de creche, por dia letivo.
Retrocesso
Em 2011, Prefeitura de Catu comprou mais de R$ 301 Mil com agricultores familiares de Catu.
Em 2011, Prefeitura de Catu comprou mais de R$ 301 Mil com agricultores familiares de Catu.
No ano de 2011, na gestão da ex-prefeita Gilcina Lago de Carvalho, o município de Catu chegou a ter 40% da alimentação escolar complementada por gêneros alimentícios da agricultura familiar, todo ele proveniente de agricultores do próprio município. Entre as associações que forneceram estavam as de: Água Grande (R$ 194 Mil), Pindobal (R$ 90 Mil), Panelas (R$ 17,8 Mil). Em 2012 os produtores de Pindobal voltaram a fornecer R$ 185,4 Mil em gêneros alimentícios à prefeitura de Catu.
“Nós tivemos muitos benefícios na comunidade. As famílias receberam pagamento pelo fornecimento de banana e aipim para a merenda escolar, um trator e já estamos com um projeto de energia elétrica elaborado”, comentou em 2011, num informe da Prefeitura, Gecilda Pereira da Silva, presidente da Associação dos Moradores de Água Grande, que contava com 280 associados.
Maior parte dos produtos agrícolas comercializados em Catu tem origem de outros municípios.
Maior parte dos produtos agrícolas comercializados em Catu tem origem de outros municípios.
Um claro exemplo do problema no campo catuense são os novos contratos realizados pela Prefeitura de Catu para compra de gêneros alimentícios da agricultura familiar. Não há fornecedores dentro das comunidades rurais de Catu.
Medidas para amenizar
No mesmo dia em que foi publicada a compra de gêneros alimentícios, a Prefeitura de Catu divulgou convênios celebrados com Associações de Produtores Rurais do município, com o objetivo de fornecer máquinas e equipamentos para manejo agrário. As comunidades contempladas foram Panelas, veadinho, Rio Negro e Queimado, Pindobal e Baixa de Areia. 

Tereza da Polpa retorna a Catu após gravação do quadro Lata Velha



Cerca de 40 pessoas foram em Caravana para o Rio de Janeiro. Na foto, Diego Serrado. Foto: Extraída do perfil de Diego Serrado no Facebook.
Cerca de 40 pessoas foram em Caravana para o Rio de Janeiro. Na foto, Diego Serrado. Foto: Extraída do perfil de Diego Serrado no Facebook.
Tereza da Polpa chegou neste sábado (23) em Catu, após participar da gravação do quadro Lata Velha, do Programa Caldeirão do Huck. Tereza da Polpa já foi  apelidada de “Tereza Popozuda”, em referência a dançarina “Valeska Popozuda”, personagem imitada pela catuense no desafio estabelecido pelo programa a participante. Além de Tereza, uma caravana com cerca de 40 pessoas de Catu foi de ônibus até o Rio de Janeiro, à central de estúdios da Rede Globo, o Projac, para acompanhar a gravação do programa. O custeio da ida ao Rio de Janeiro ficou por conta da emissora.
Uma mensagem sobre a chegada de Tereza em catu foi postada no Facebook por Queila Mendes, amiga e uma das pessoas que apoiou e iniciou a campanha em para que Tereza fosse a escolhida pelo quadro. “Tereza Popuzada das Polpas, chegou hoje do RJ. Está aqui em casa, contando suas aventuras no Projac, durante a gravação da sua apresentação no Caldeirão do Huck. Ela está feliz e realizado com todas as alegrias que o quadro Lata Velha lhe proporcionou. Me pediu para que em nome dela, agradeça a todas as pessoas que torceram por sua vitória. Aproveito também para avisar que o programa irá ao ar no dia 12 de abril. Não percam, garanto que vocês vão rir demais com ela dançando Valeska Popozuda no Palco.”, publicou Queila Mendes no fim da noite deste último sábado.
Tereza foi a vencedora da seletiva em Catu.
Tereza foi a vencedora da seletiva em Catu.
Tereza da Polpa venceu com seu gol quadrado a seletiva do quadro Lata Velha que ocorreu em Catu nos dias 18 e 19 de fevereiro, no Estádio Municipal de Catu (Veja cobertura completa da seletiva em Catu).
Foto de Capa: Extraída da publicação de Queila Mendes. Tereza da Polpa (ao centro) com as amigas Isabel Silveira (a esquerda) e Queila Mendes (a dir

Morador tapa buracos de rua em Catu e se irrita com a chegada do boleto do IPTU

Morador tapou buracos da rua e postou fotos no Facebook.
Morador tapou buracos da rua e postou fotos no Facebook.
Neste último sábado (22) uma publicação na rede social Facebook, do internauta Vladimir Nogueira, morador do município de Catu, chamou a atenção. Vladimir publicou fotos dele tapando um grande número de buracos, com entulho, na rua em que mora. Não bastasse o morador ter que realizar o serviço que é de responsabilidade do poder público, quando Vladimir concluía o serviço, um representante da Prefeitura de Catu o entregou um boleto do IPTU. A situação deixou o morador irritado,“Já que não temos ninguém para olhar por nós na prefeitura, tive que tapar os buracos da rua e quando estava terminando chegou um representante da prefeitura com um boleto do IPTU, precisa dizer que peguei ar?”, relatou Vladimir em sua publicação.
Os boletos do IPTU começaram a ser entregues na última terça-feira (18). O imposto passou por um reajuste de 5,85%, que vale também para as cobranças em atraso. Há um desconto de 10% no valor para aqueles que pagarem de uma única vez até o dia 30 de abril. Confira AQUI matéria sobre o reajuste do IPTU e o calendário de pagamento. A prefeitura começou uma campanha para estimular o pagamento do imposto.
Campanha da Prefeitura para arrecadar IPTU.
Campanha da Prefeitura para arrecadar IPTU.
Outros populares já haviam se manifestado em relação ao IPTU. O internauta Coelho Hermes comentou“Não estou vendo nada de melhora”, em tom de crítica ao slogan da campanha da Prefeitura, “Com seu IPTU, a Prefeitura faz uma cidade cada vez melhor”. Já a moradora do bairro da Chesf, Rute Sacramento, lamentou a cobrança do imposto e a falta de estrutura das ruas do bairro, “Pior é a situação aqui na Chesf que a gente paga o IPTU e não temos nem rede de esgoto, nem pavimentação, inclusive estou com minha garagem sem uso devido os buracos na frente de casa”. Também em tom de crítica satirizou a campanha da prefeitura,“Eu acho que essa moça não deu risada para sair bonita na foto, deve está rindo de nossa situação mesmo”.
As críticas a cobrança se espalharam pela rede. “Essa borra de asfalto que ta passando nas ruas com certeza está como asfalto de primeira qualidade. Depois vai dizer que pavimentou as ruas. Se fosse eu teria vergonha de dizer que isso é asfalto”, questionando a qualidade do asfalto utilizado pela prefeitura nas obras de pavimentação, o internauta João Batista.

Jovem é assassinado em Catu. Namorada fica ferida após tentar defendê-lo


Chegava ao fim da noite deste sábado (22), quando o jovem Joadson Da Silva Rocha, 24 anos e sua namorada Jamile Souza Silva, 19 anos, foram abordados por quatro homens em duas motocicletas no bairro da Urbis, próximo a empresa Perbrás. Segundo Informações Policiais de Pojuca, Joadson, o ‘chumbinho’ como era popularmente conhecido, era o alvo e sofreu diversos disparos, morrendo no local. Na tentativa de salvar o namorado, Jamile se jogou na frente de Chumbinho, sendo atingida na perna. Jamile foi socorrida e não há maiores informações sobre o seu estado de saúde.
Foto: Informações Policiais de Pojuca

Prefeitura de Catu realiza recadastramento do Transporte Universitário para tentar sanar possíveis irregularidades

Após as polêmicas envolvendo o Transporte Universitário de Catu, diversas matérias veiculadas no Expresso e a grande repercussão da Audiência Pública realizada pela Câmara de Vereadores, no último dia 13, a Prefeitura decidiu convocar todos os estudantes que já possuem acesso ao transporte, após a seleção realizada já no final do ano passado.
O recadastramento será feito pela Secretaria de Educação a partir de hoje (21) até o dia 26 de março (quarta-feira). Apesar de não informar na divulgação o local do recadastramento, ao que parece deve ser na própria secretaria.
É necessário levar toda a documentação especificada no edital 001/2013 de inscrição do Transporte Universitário. Os documentos são:
- RG (ou outro documento oficial de identificação);
- CPF;
- Comprovante de residência;
- Comprovante de renda e rendimentos;
- Comprovante de frequência escolar e histórico de notas.
Para maiores informações, consultar as cláusulas 2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 8ª do Edital 001/2013, clicando aqui.
Confira a relação dos alunos aprovados e que devem se recadastrar clicando aqui.
Diversos estudantes pressionaram a Prefeitura de Catu para tomar atitudes em relação ao Transporte Universitário. Fotos: Expresso Região
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Prefeitura de Catu inicia entrega dos carnês do IPTU. O imposto teve aumento de quase 6%

Teve início hoje (18) a entrega dos carnês do IPTU (Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbano) na cidade de Catu. O imposto cobrado tem por finalidade ser revertido em melhorias para os municípios.
Para este ano, a Prefeitura de Catu, através de Decreto assinado em janeiro pelo prefeito, o aumento no valor do IPTU foi de 5,85%. O aumento também vale para as cobranças de débitos existentes. No ano passado o reajuste foi de 5,78%.
O vencimento da cota única com desconto de 10% vai até o dia 30 de abril. Já o parcelamento, que pode ser em até 5 vezes desde que a parcela mínima seja de R$ 20, tem o primeiro vencimento também no dia 30 de abril. Os pagamentos devem ser feitos nas agências e conveniados do banco Bradesco. Confira abaixo o calendário de pagamento do IPTU 2014 em Catu:
Calendário de pagamentos do IPTU 2014 em Catu
Calendário de pagamentos do IPTU 2014 em Catu.

Feirantes reclamam da precariedade no Centro de Abastecimento e lamentam “É chamada de feira do Caçuá”



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Alimentos são vendidos no chão por falta de barracas.
A precariedade do Centro de Abastecimento, um importante espaço de comércio do município, tem sido alvo de reclamações e denúncias por parte dos feirantes. Um dos fatos que têm tido destaque nas reclamações é a venda de alimentos no chão pelos feirantes por falta de estrutura do local. A presidente da associação que representa os feirantes, Marineuza Oliveira, já havia publicado na rede social Facebook o descaso com os comerciantes locais. Na tarde desta segunda o Expresso esteve conversando com a presidente da Associação. “É chamada de ‘Feira do Caçuá’, as pessoas trabalhando no chão. Elas vendem no chão, o que é inadmissível. Trás um produto sexta-feira de qualidade da roça, joga e vende no chão e acaba perdendo a qualidade [...] é um descaso público. Já chamei a atenção diversas vezes a administração para tomar uma providência, porque é uma questão de saúde pública. É preciso fazer as barracas de hortifrutigranjeiros, que já foram solicitadas”, destacou Marineuza Oliveira.
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Situação compromete a qualidade dos produtos, afirma comerciante.
Ainda no dia 23 de outubro do ano passado, uma publicação de Marineuza no Facebook expôs todo o drama dos comerciantes. “Os hortifrutigranjeiros que estão comercializando os produtos, que alimentam a comunidade catuense, em barracas com os lastros completamente destruídos. Ai vem a pergunta se os donos das barracas não podem fazer os lastros? Não. Porque as barracas são da prefeitura [...] tem produtor rural vendendo seus produtos no chão”   




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Contudo, os problemas no Centro de Abastecimento vão mais além. Andando pelo local a câmera do Expresso flagrou diversas situações comprometedoras e que revelam a precariedade da estrutura que fornece alimentos para milhares de catuenses.
Apesar do município de Catu ter assinado um termo de ajustamento de conduta com o Ministério Público para regularizar a situação da venda de carnes, encontramos, em plena segunda-feira, o corte e preparo de carne em uma das sessões da unidade em situação precária, sobre uma madeira, completamente exposta e o açougueiro sem qualquer material sanitário e de proteção. Restos de carnes também foram encontrados em local inapropriado.
Muito lixo espalhado pelas adjacências do Centro de Abastecimento, banheiros completamente destruídos e sujos e estruturas de proteção, como portões e grades, comprometidas – a realidade cruel dos feirantes que comercializam boa parte dos alimentos que vão à mesa dos catuenses.
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