Divulgado resultado da segunda chamada do Sisutec

Os candidatos a uma vaga no Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec) podem conferir, a partir de hoje (1°), o resultado da segunda chamada no site do Ministério da Educação (clique aqui). As matrículas devem ser feitas entre os dias 2 e 4 de abril.
A oferta de cursos do Sisutec é feita em instituições públicas e privadas. Os cursos são gratuitos e têm início previsto para o período de 14 de abril a 12 de maio, de acordo com o Ministério da Educação.
As vagas serão ocupadas, prioritariamente, por estudantes que tenham cursado o ensino médio completo em escolas da rede pública ou, se em instituições privadas, na condição de bolsista integral. O aluno também deverá ter feito a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 e ter obtido nota acima de zero na prova de redação.
A primeira edição de 2014 do Sisutec registrou 1.016.211 inscrições. O total de inscritos chegou a 527.730 já que cada candidato pode fazer até duas opções de curso. São ofertadas 293.738 vagas em cursos técnicos subsequentes, para quem já concluiu o ensino médio.
Após as duas chamadas do Sisutec, todos os candidatos que tenham concluído o ensino médio poderão se candidatar às vagas remanescentes, mesmo que não tenham feito a prova do Enem. Informações Agência Brasil.


Relatório aponta que Prefeitura de Catu mantém R$ 9 Milhões em Caixa


Na última quarta-feira (26), a Prefeitura de Catu divulgou relatório no qual aponta que a arrecadação do município nos dois primeiros meses deste ano alcançou R$ 15,5 Milhões, registrando crescimento de 10,9% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a arrecadação foi de R$ 13,9 Milhões. Entre as principais receitas do município verificou-se um crescimento de 12,9% no repasse federal do Fundo de Participação do Município (FPM) e 8,6% no repasse estadual do ICMS. Já a Receita Tributária, de responsabilidade do município, registrou queda de 6,4% no período, em função da redução de 8,9% na arrecadação com o Imposto Sobre Serviços (ISS).
Recursos em Caixa
Segundo o relatório a Prefeitura mantinha até o mês de fevereiro aproximadamente R$ 9 Milhões em Caixa, deduzindo as pendências processadas. Ainda segundo o relatório o atual caixa da prefeitura é mais do que o dobro encontrado no final do ano de 2013, quando os recursos em caixa somavam cerca de R$ 4 Milhões. 
caixa prefeitura

“Tem dinheiro para peixe, mas não tem para o transporte”, relatam revoltados universitários catuenses


Audiência contou com a presença em massa de estudantes.
Audiência contou com a presença em massa de estudantes.
Nesta sexta-feira (28) se encerra o prazo para mais um recadastramento dos estudantes universitários que já possuem acesso ao programa de transporte. O recadastramento foi uma das medidas adotadas pela Prefeitura de Catu em resposta a audiência pública, convocada pela Câmara, que contou com a presença de mais de 300 pessoas (Veja Aqui eAqui).
Sem anunciar medidas que busquem ampliar as vagas, especialmente para os centenas de estudantes que ainda não contam com o apoio do transporte, aprovado em lei, o recadastramento da prefeitura causou revolta nos estudantes. “Já estou cansada de levar documentação para a secretaria. Já virou graça. Eles têm tudo lá separado e todo dia inventam moda”, lamentou a estudante Amanda Cordeiro no grupo de universitários da rede social Facebook. No mesmo sentido reclamou a estudante Mauara Lima, “Eu já levei essa bendita documentação duas vezes e não vou levar mais. Eles que dêem conta das que eu já tenho lá. Pois eu não estou nadando em dinheiro para ficar tirando Xerox”.
Um estudante informou que abandonou o transporte, devido a má gestão do programa. “Por isso que caí fora. Não tenho estômago para agüentar … Vou e volto tranqüila para minha universidade”. Ainda esperançosa que o programa venha a dar certo a estudantte Michelle Araujo pede união dos estudantes para pressionar a prefeitura, “Temos que nos unir para mostrar ao prefeito a força dos jovens catuenses”.
Distribuição de Peixe: Estudantes questionam a “falta de recursos”
transporte universitário
Contudo, o depoimento que mais chamou a atenção foi o desabafo da estudante Verusca Sena, que questionou o fato dos estudantes estarem passando por todo este constrangimento, a prefeitura alegando que não há recursos, mas que irão gastar R$ 155 Mil com distribuição de peixes (Veja matéria: AQUI). Sobre o assunto, Fernando Júnior, um colega da estudante comentou, “Que absurdo ser gasto uma quantia dessa com peixes, que peixes são esses? Vão distribuir salmão é? Agora dinheiro pra colocar transporte para os jovens universitários não tem renda. Palhaçada! Cadê o prefeito da mudança?”
Veja abaixo o desabafo da estudante:
“Eles são podres. Colocam pessoas não capacitadas pra resolver a situação, receber os documentos sem uma preparação pra responder o que perguntamos e tirar nossas dúvidas e ainda se acham na razão de querer humilhar a gente. Falta de respeito com os jovens Catuenses e olha que esse transporte foi prometido pra todos, e então pra que todo semestre esse problema todo¿ O próprio prefeito prometeu transporte gratuito pros universitários dias antes da eleição e agora tira o corpo fora. Por mim ninguém iria lá se cadastrar e sim chamava Bocão, Adelson Carvalho, a rede Bahia e todos mais pra chegar aqui e fazer uma suada. Aí eu queria ver se essa situação ainda iria continuar assim. Não tem dinheiro pra manter um transporte universitário, mas já está nas redes que vai ser gasto R$ 155.000 pra comprar peixe e distribuir na semana santa. Acorda povo Catuenses.”


Moradores do Bom Viver compram bombas para resolver problema no abastecimento de água


Abastecimento irregular no bairro, obriga moradores a comprarem bombas de água.
Abastecimento irregular no bairro, obriga moradores a comprarem bombas de água.
A situação degradante do abastecimento de água no bairro do Bom Viver levou os moradores a adotar uma medida custosa, adquirir bombas de sucção de água. A convite de moradores o Expresso esteve nesta última quarta-feira (26) visitando a rua Capitão Raimundo Borges e a travessa Josias Borges, conhecida como “Rua do Tubo”, local onde está instalado o reservatório da Petrobras em formato de um tubo.
Segundo a moradora Joseane da Silva, 32 anos, os moradores das ruas apontadas foram praticamente obrigados a comprar bombas que servem para puxar água. Isso porque normalmente o abastecimento de água chega a ficar interrompido por até 5 dias, “Quando a água resolve cair vem fraca [...] Ficamos 5 dias ou mais sem água, quando a água vem pela manhã, pela tarde já não tem mais, e mesmo com reservatório dentro de casa não dá para suprir tantos dias com a falta de água, porque temos roupa para lavar, temos nossos serviços dentro de casa e, em geral, essa falta de água prejudica muito o nosso dia a dia. E a SAAE não tomou nenhuma providência até hoje”.
Charge do Kiuviu de 2013 já satirizava a situação vivenciada por catuenses com o SAAE.
Charge do Kiuviu de 2013 já satirizava a situação vivenciada por catuenses com o SAAE.
As bombas ajudam a amenizar o problema das famílias que possuem a bomba, mas por outro lado agrava o problema das residências que não contam com o equipamento. Uma moradora que preferiu não se identificar contou,“Não culpo os moradores que colocaram as bombas, se tivesse dinheiro faria o mesmo. O problema é do SAAE que nos deixa sem água. Mas a fatura sempre chega e agora com aumento de quase 10% como vocês noticiaram”. Veja matéria comentada pela moradora: SAAE – Conta de água fica quase 10% mais cara em Catu
Polêmica
Vereador pediu uma Moção de Aplausos para o Diretor do SAAE. Pedido criou polêmica na Câmara.
Vereador pediu uma Moção de Aplausos para o Diretor do SAAE. Pedido criou polêmica na Câmara.
Na sessão da última terça-feira (25), o vereador Nenen de Iozinho pediu que a Câmara encaminhasse uma Moção de Aplausos ao diretor do SAAE, por “benfeitorias no município”. O pedido do vereador gerou indignação no vereador Pequeno Sales e incômodo entre outros vereadores. O vereador Pequeno se negou a assinar a Moção de Aplauso e pediu ao presidente que caso seja enviada que não vá em nome da Câmara, mas somente em nome dos vereadores que quiserem assinar. Pequeno alegou que o abastecimento de água no município anda precário e, ainda assim, o SAAE aumentou a tarifa em quase 10%, afirmando “Quem faz isso merece aplausos?”. Nesta mesma sessão, moradores do povoado de Pau Lavrado estiveram na Câmara reclamando do abastecimento de água, informando que já tem mais de dois meses sem água na localidade.



“A gente tem nas urnas para reivindicar as coisas”, desabafa moradora do Planalto II


Moradores cobram melhorias em trecho do bairro que ficou esquecido nas obras.
Moradores cobram melhorias em trecho do bairro que ficou esquecido nas obras.
Moradores da Rua dos Jasmins, no bairro Planalto II, em Catu, reclamam da falta de pavimentação asfáltica que, segundo eles, tem sido feita em diversas ruas do bairro menos na dos Jasmins. De acordo com os mesmos, eles já entraram em contato inúmeras vezes com o secretário de Infraestrutura, José Seles, e com o prefeito da cidade, Geranilson Requião, os quais foram olhar a situação da rua e falaram que no outro dia iriam, mas nada foi feito até o momento.
Os moradores alegam que a prefeitura preferiu beneficiar a rua da garagem da cooperativa que realiza o transporte coletivo do município, a COTRAN. Aproveitando a presença do Expresso uma senhora, que não quis se identificar, relatou que os ônibus coletivos não param nos pontos provocando transtornos à população.
Rua dos Jasmins, no Planalto II/Foto: Expresso Região
Rua dos Jasmins, no Planalto II/Foto: Expresso Região

A moeliene gomes moradoraradora Eliene Gomes falou mais sobre o problema “Então a gente quer saber a iniciativa que eles vão tomar em relação a isso porque as eleições estão aí… Outubro está aí… Então a gente tem que aproveitar o poder que a gente tem nas urnas pra reivindicar as coisas, sendo que eles já estão aí no poder a tanto tempo colocados por nós mesmos lá e não atendem as nossas necessidades como morador. Então é isso que a gente tá fazendo aqui nesse pedacinho de rua reivindicando nosso asfalto”, desabafou a moradora.
Veja abaixo vídeo com moradores:

Operários ameaçam greve a partir da próxima segunda se não houver acordo


IMG_4934
Paralisação começou na quarta (26).
Esta quinta-feira (27) foi marcada por mais um dia de paralisação dos trabalhadores da empresa 2MS, responsável pela construção de 436 casas de um dos condomínios do programa federal Minha Casa Minha Vida em Catu. A paralisação teve início ontem (Veja reportagem), quando centenas de trabalhadores da empresa fecharam o canteiro de obras e realizaram protestos pelas ruas da cidade e no sindicato da categoria (SINDTICCC) no bairro do Pioneiro. Os trabalhadores cobram o reajuste salarial e melhorias nas instalações de trabalho.
Sindicalista agradeceu o apoio aos trabalhadores dado pelos vereadores Bibi e Nil prefeitura, durante a ausência do sindicato.
Sindicalista agradeceu o apoio aos trabalhadores dado pelos vereadores Bibi e Nil prefeitura, durante a ausência do sindicato.
A paralisação desta quinta contou com a participação do sindicato, que foi alvo de protesto ontem. O presidente do sindicato, Bira, esteve presente nas negociações com as empresas 2MS e Concreta, esta segunda que é responsável pela construção de 556 casas de outro condomínio. Na reunião ficou definido que os trabalhadores retornariam para suas casas e voltariam a trabalhar amanhã, quando terá uma nova rodada de negociação. Sobre a ausência do sindicato na quinta Bira respondeu, “Aqui tinha problemas sérios. A gente sentou com a empresa. Disse a empresa que vocês não tem condições de trabalhar mais hoje. O dia de ontem foram até o sindicato e estão corretos, cobrar a presença do sindicato”.
Trabalhadores não cederam às pressões.
Trabalhadores não cederam às pressões.
A empresa questiona os dias de paralisação, no qual o pagamento ou não destes dias serão negociados após a negociação do reajuste salarial. Bira anunciou para os trabalhadores que em caso de não se chegar a acordo nesta sexta, será deflagrada greve por tempo indeterminado a partir da próxima segunda (31).A empresa quer discutir o dia [de atividades paralisadas]. Amanhã o trabalho é normal, porque estamos em estado de greve, mas se não negociar o salário segunda-feira é greve. E disse a empresa ‘só discuto estes dias pós-greve’. E volto aqui para ver com a empresa as condições destes dias”, informou aos trabalhadores o presidente do sindicato.
Toda a situação dos trabalhadores em Catu teria chegado nesta quinta ao conhecimento do Ministério Público do Trabalho (MPT).


Sem negociação, operários param obras do Minha Casa Minha Vida em Catu


Foi uma das maiores manifestações de trabalhadores nos últimos anos em Catu.
Foi uma das maiores manifestações de trabalhadores nos últimos anos em Catu.
Na manhã desta quarta-feira (26) aconteceu uma das maiores manifestações de trabalhadores no município de Catu. Todos os trabalhadores da empresa 2MS, responsável pela construção de 436 casas de um dos condomínios do Programa Minha Casa Minha Vida, pararam as atividades e fizeram manifestações pedindo o reajuste salarial e a melhoria das condições das instalações. Segundo os trabalhadores os problemas também atingem os operários da empresa Concreta, responsável pela construção de 556 casas do outro condomínio do programa, mas os trabalhadores não aderiram por receio de demissões.


o

Insta~lações precárias atendem os trabalhadores. Na foto: Bebedouro, banheiros e refeitório, lado a lado.
Instalações precárias atendem os trabalhadores. Na foto: Bebedouro, banheiros e refeitório, lado a lado.
Os trabalhadores protestaram contra o SINDTICCC (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil), que de acordo com o movimento estaria se omitindo do processo, mesmo sendo informado da situação dos trabalhadores desde o mês de fevereiro. Os trabalhadores deixaram a entender que o sindicato teria sido corrompido e por esta condição não estaria ativo no movimento.
Os trabalhadores reivindicam o reajuste salarial de 15% e melhorias na infraestrutura higiênica e de alimentação do canteiro de obras. Segundo os trabalhadores apenas uma fina parede de madeira separa o refeitório dos banheiros, considerados em situação precária. O Expresso registrou imagens da estrutura fornecida aos trabalhadores.
A manifestação que teve início por volta das 04hs da manhã, quando os trabalhadores começavam a chegar no canteiro de obras, se estendeu até as 12hs. O início da manifestação foi na entrada do canteiro de obras, localizado no bairro do Bom Viver, em clima bastante tenso. O supervisor da empresa conversou com os trabalhadores que mantiveram a paralisação. Às 09hs horas os trabalhadores começaram a marchar pelas ruas da cidade em direção a sede do sindicato, que está instalado no bairro do Pioneiro. Por onde passava, a marcha chamava a atenção, com a participação de centenas de trabalhadores e o uso de um carro de som.
manifestação
Chegando ao sindicato o clima ficou muito tenso. Sem representantes que pudessem resolver a situação, o grupo foi recebido por um auxiliar administrativo. Após muita discussão, o presidente do sindicato, conhecido como Bira, conversou com o vereador Nil Prefeitura e com lideranças do movimento por telefone. O presidente que não estava no município alegou que desconhecia a situação dos trabalhadores nas obras do Minha Casa Minha Vida, mas que a partir daquele momento o sindicato estaria ativo e iria averiguar a situação de perto.
Casas do Programa do Governo Federal atenderão 992 famílias.
Casas do Programa do Governo Federal atenderão 992 famílias.
Além do vereador Nil prefeitura, o vereador Bibi também acompanhou as manifestações. Os Expresso Região e a Rádio Comunitária Catu FM também acompanharam toda a paralisação. Em contato com Expresso trabalhadores relataram as intimidações que se iniciaram desde que tomaram conhecimento da paralisação, envolvendo autoridades importantes do município. Contudo os trabalhadores pediram para manter o anonimato e esperar os desdobramentos das supostas ameaças.
Nesta quinta a paralisação continua. Uma rodada de negociação também é esperada para amanhã.
Obras atrasadas
Segundo medição da Caixa Econômica obras estão atrasadas.
Segundo medição da Caixa Econômica obras estão atrasadas.
O processo de implantação do Minha Casa Minha Vida teve inicio em 2012, quando a ex-prefeita Gilcina Carvalho conseguiu viabilizar a construção das 992 casas no município. O programa do Governo Federal custará R$ 59,5 Milhões e estavam previstas para ser entregues este ano. Contudo as medições da Caixa Econômica Federal do mês de janeiro, que financia as construções, apontaram atrasos nas obras. O condomínio no qual os trabalhadores pararam as obras nesta quarta deveria ser entregue em junho deste ano, mas em janeiro menos de 29,6% das obras estavam concluídas. Já o outro condomínio em obras pela empresa Concreta deveria ser entregue no próximo mês de maio, contudo, com os atrasos dificilmente conseguiram atender o tempo estabelecido. Neste último condomínio a mediação da Caixa mostrou que as obras atingiram apenas 49,6%.

Presidente da Câmara convocará audiência pública para discutir situação da Passarela


adilson
Para Adilson se obra não for executada cerca de R$ 250 Mil em recursos públicos terão sido jogados fora.
Após rumores de que a Prefeitura de Catu não teria mais interesse em construir a Passarela do Pioneiro, na sessão de ontem (25), o Presidente da Câmara, o vereador Adilson, informou que convocará audiência pública para discutir o assunto com a população. De acordo com Adilson já foram utilizados quase R$ 250 mil de recursos públicos na Passarela, sendo cerca de R$ 140 mil para elaboração do projeto básico com a Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (DESAL) e outros R$ 110 Mil nos estudos de solo, iniciado na administração anterior. Para o presidente da Câmara abandonar o projeto é, neste momento, jogar o dinheiro público fora.
Segundo o Presidente da Câmara um assunto desta natureza e importância não pode ser decidido por meio de enquetes seja lá em qual meio for, muito menos emissoras de rádio ou sites, mesmo o da prefeitura, é preciso discutir com a comunidade e as entidades representativas e por isso irá convocar a audiência pública.
Reportagem do Expresso Flagrou pedestres em risco em horário de pico na rotatória.
Reportagem do Expresso Flagrou pedestres em risco em horário de pico na rotatória.
A passarela que ficará na rotatória do Pioneiro tem o financiamento de R$ 1,1 Milhão do Governo Federal, obtido na gestão da ex-prefeita Gilcina Carvalho. O município entrará com uma contrapartida de aproximadamente R$ 700 mil, no projeto que está orçado em R$ 1,8 milhão. A passarela é um desejo antigo da população em função do risco em que estão exposta naquela localidade, especialmente com o aumento significativo do fluxo de veículos nos últimos anos. Diversos engarrafamentos em horários de picos já são notados no trecho da BR-110 que corta o município e está localizada a rotatória.
Idoso de 81 anos morreu após atropelamento no Pioneiro.
Idoso de 81 anos morreu após atropelamento no Pioneiro.
O numero de acidentes também chamam a atenção. No dia 12 de julho do ano passado um senhor de 81 anos veio a óbito após sofrer atropelamento na região da rotatória, enquanto tentava atravessar a pista. As localidades de Pau Lavrado, Gravito e Bom Viver também pedem intervenção para dar segurança aos pedestres que atravessam a rodovia federal.
Em agosto do ano passado uma reportagem do Expresso foi até a rotatória durante o horário de pico, conversou com pessoas que atravessavam a pista e flagrou cenas em que pedestres corriam risco de vida (Veja matéria: Moradores voltam a cobrar Passarela em trechos perigosos da BR-110 , em Catu). Veja vídeo abaixo:


Prefeitura de Catu gastará quase 155 mil reais em peixes para a Semana Santa


Foi publicado no Diário Oficial de hoje (26) o valor a ser gasto pela Prefeitura de Catu na costumeira distribuição de peixes na Semana Santa. Após no ano passado gastar 185 mil reais na compra dos peixes e ser bastante criticada pela opinião pública, este ano a Prefeitura irá gastar um pouco menos, mas o valor continua bem elevado (mais de 300% acima) quando comparado aos 48 mil reais gastos no último ano da gestão da ex-prefeita Gilcina Lago de Carvalho.
Para 2014, o valor gasto com a compra de peixes do tipo corvina é de R$ 153.600 e serão fornecidos por Joyce Andrea Santos Parente Bezerra-ME (RJ Parente Alimentos e Serviços) de Simões Filho. As bem mais do que 10 toneladas de corvina (baseando-se no preço médio no mercado) deverão ser distribuídas para pessoas carentes cadastradas na Secretaria de Assistência Social de Catu. Porém, a distribuição é alvo de polêmicas e denúncias como de vereadores receberem caixas para distribuírem em comunidades e pessoas fora do público alvo receberem os peixes.

Colabore com a reforma dos altares da Igreja Católica de Catu

A Paróquia Santana de Catu iniciou uma Campanha para a reforma dos altares principais da Igreja Matriz. Segundo o Padre João, o orçamento estimado é de 100 mil reais, porém a Igreja não possui esse recurso. Sendo assim, conta com a colaboração da comunidade em geral. Os interessados em colaborar devem procurar a Casa Paroquial para efetuarem as doações.
Confira o vídeo em que o Padre João fala sobre a reforma:

                                                        Confira fotos do início da reforma:

Colabore com a reforma da Igreja Católica de Catu. Foto: Expresso Região
Colabore com a reforma da Igreja Católica de Catu. Foto: Expresso Região
Colabore com a reforma da Igreja Católica de Catu. Foto: Expresso Região
Colabore com a reforma da Igreja Católica de Catu. Foto: Expresso Região
Colabore com a reforma da Igreja Católica de Catu. Foto: Expresso Região
Colabore com a reforma da Igreja Católica de Catu. Foto: Expresso Região
Colabore com a reforma da Igreja Católica de Catu. Foto: Expresso Região
Colabore com a reforma da Igreja Católica de Catu. Foto: Expresso Região


Sob muita crítica da população o transporte coletivo pode ser alvo de audiência pública

As criticas da população ao transporte coletivo do município, em especial, ao ofertado pela COTRAN, aumentaram e na sessão da terça-feira (11) da semana passada, o assunto virou destaque nos debates entre os vereadores. O transporte coletivo de Catu já vinha sofrendo fortes críticas no ano passado e se acentuaram atualmente. Uma enquete realizada pelo Expresso no início do ano passado mostrou que 82,3% dos catuenses avaliavam o transporte coletivo como Ruim ou Péssimo (Veja enquete).
O vereador Bibi pediu ao presidente da câmara, o vereador Adilson, que fosse convocada uma audiência pública para discutir o transporte. A solicitação foi bem recebida pela maioria dos vereadores, que também fizeram bastantes críticas ao transporte realizado pela cooperativa.
IMG_4692
Vereador cobra melhores condições do transporte coletivo, principalmente no bairro Barão de Camaçari.
Sobre a situação do transporte coletivo comentou na rede social Facebook, a internauta Izaltina Costa, “É um meio de transporte aqui no bairro que a gente tem até medo de ficar esperando, porque a gente nem sabe se ele vai aparecer”. Outro internauta comentou também da rede social na publicação do vereador Bibi, “Ai de nós que trabalhamos no comério se não existisse mototáxi. Bibi está de parabéns pela iniciativa e cooperação com a comunidade”.
Em ofício o vereador Bibi pediu a Secretaria de Serviços Públicos a diminuição do tempo de espera nos pontos. “Tem usuários que alegam ficar esperando mais de uma hora nos pontos. A comunidade solicita ainda que o transporte coletivo passem a rodar aos domingos e que os mesmos possam ir até à “Rua da Lama”, no bairro Barão de Camaçari”.
A câmara poderá convocar audiência pública, na qual o tema fica aberto para a população expor a situação e para que medidas sejam adotadas.

Câmara derruba veto do Prefeito Geranilson a projeto que beneficia associação de moradores




Na última terça-feira (18), foi colocada em votação a mensagem de veto encaminhada pelo prefeito Geranilson Requião, as emendas feitas ao projeto de lei nº01/2013, que autoriza a extração e venda de pinos pela associação dos moradores da comunidade de Flechas e Cassarongongo. O projeto que foi elaborado após muita pressão da comunidade e vereadores beneficiará a comunidade com a obtenção de recursos com a venda da madeira, assim como com a implantação do Plano de Revegetação, Recuperação e Enriquecimento da área (Entenda mais o sobre o caso).
Presidente desempatou a votação. Adilson já havia alertado vereadores sobre o risco de aprovar o veto.
Presidente desempatou a votação. Adilson já havia alertado vereadores sobre o risco de aprovar o veto.
A votação ficou empatada com seis votos a favor do veto e seis votos contrários ao veto, sendo desempatada pelo voto do presidente da Câmara, o vereador Adilson Mota, que votou contra o veto do prefeito. Os vereadores Nil prefeitura, Nenga do Leite, Bibi, Pequeno Sales, Índio e Clara Sena também foram contrários ao veto do prefeito ao projeto.
O presidente da Câmara já havia alertado os vereadores que em caso de manter o veto as emendas a idéia central do projeto perderia sua validade. Afirmando ainda que o Plano de Recuperação da Área, produzido pela comunidade com o apoio do Biólogo João Antunes do IFBaiano, será viabilizado com os recursos obtidos pela extração da madeira. O presidente da Câmara foi um dos maiores defensores da elaboração do modelo agroflorestal que será implantado na comunidade, Veja Matéria.
Vereador críticou vereadores que aprovaram a emenda e depois votam a favor para veta-las.
Vereador críticou vereadores que aprovaram a emenda e depois votam a favor para veta-las.
As emendas ao projeto foram feitas pelo vereador Índio e aprovadas por todos os vereadores. “Se nós votamos a favor dessa emenda e hoje nós vamos votar contra uma coisa que você votou a favor? Uma coisa que você vai dar oportunidade aos moradores daquela localidade, que vamos levar trabalho para extrair a própria madeira, que não venha uma empresa de fora, com funcionário de fora, para pegar o dinheiro daquela localidade e levar, que isso que sabemos que estão querendo fazer. Eu acho que os vereadores tem que estudar as emendas, os projetos para que depois não fiquemos aqui fazendo papel de besta”, questionou o vereador Nenga do Leite ao grupo formado pelos vereadores Bem Te Vi, Enéas, Paulo de Cacinho, João do Ônibus, Alex do Hospital e Nenen de Iozinho que votou a favor do veto.
Vereador diz que associação dos moradores não têm legitimidade e segue decisão do prefeito.
Vereador diz que associação dos moradores não têm legitimidade e segue decisão do prefeito.
O vereador Bem Te Vi argumentou que a associação não teria legitimidade para falar em nome da comunidade. “Eu conheço como a palma da minha mão a situação da associação de Cassarongongo e Flechas. E seria muito bom que os moradores de Cassarongongo pudessem participar da atividade da extração e possível venda dos pinos. Mas nós sabemos que não existe uma ligação de associação e moradores. Existe sim o presidente, um grupo de famílias que assumem a associação, mas não existe participação popular”, acusou o vereador Bem Te Vi na sua defesa pelo veto do prefeito. O vereador João do Ônibus seguiu a mesma linha do vereador Bem Te Vi e diz preferir que uma empresa realize o projeto e não a comunidade.
Vereadora vota contra o veto do prefeito e diz que moradores merecem oportunidade.
Vereadora vota contra o veto do prefeito e diz que moradores merecem oportunidade.
No sentido contrário já havia se posicionado a vereadora Clara Sena, “As emendas fortalecem a possibilidade de os moradores de Flechas e Cassarongogo participarem do projeto e devemos pensar neste sentido de darmos oportunidades a essas pessoas no projeto. Porque se a gente aprove sem estas emendas vai ser uma empresa fazer toda a parte do projeto e deve trazer também seus funcionários. Na realidade a gente deve priorizar para que participe deste projeto os moradores da comunidade de Flechas e Cassarongogo”, destacou a vereadora que também votou contra o veto as emendas do projeto.
Com a derrubada do veto, o projeto passa a ter força de lei, que deve ser sancionada pelo prefeito em até 15 dias depois da votação. Caso não seja sancionada pelo prefeito a própria Câmara poderá garantir a validade da lei.
A lei prevê que o recurso obtido com a venda da madeira deverá ser investido no Plano de Revegetação, Recuperação e Enriquecimento da Vegetação do local. Em caso de sobrar recurso, o mesmo deve ser aplicado em benefícios para a comunidade de Flechas e Cassarongongo.

Placa do Lar Mãe Corina é arrancada por empresário que alega calote da gestão do ex-prefeito Antônio Pena


 idosas mae corinaUm fato no mínimo pitoresco criou polêmica em Catu. O tradicional abrigo de idosos do município, Lar Mãe Corina, teve sua placa de identificação arrancada na manhã da última quinta-feira (20), pelo senhor popularmente conhecido como “Louro Papavento”, figura conhecida no meio político e que possui empresa que costumeiramente presta serviços à Prefeitura. 
O Lar Mãe Corina é de responsabilidade da Paróquia Santana de Catu e abriga atualmente nove idosas. Segundo a Secretaria Paroquial, o prédio foi doado por uma tradicional família do município à Paróquia, com a exigência, a qual estaria comprovada em documentação, de que o nome da instituição que ali se instalaria levasse o nome da família doadora, Corina. Já a Casa São Vicente pertencia à Congregação Vicentina, que cedeu para a Paróquia Santana de Catu, há muitos anos. O local já funcionou como Casa de Passagem, Maternidade e agora abrigo para idosos.
Louro que ex-prefeito não pagou o serviço contratado.
Louro que ex-prefeito não pagou o serviço contratado.
De acordo com os responsáveis pelo abrigo, Louro Papavento alega que teria prestado serviço na construção do abrigo, em 1995, ainda na primeira gestão do ex-prefeito Antônio Pena, mas que até hoje não teria recebido pelo serviço. Informaram ainda que como contrapartida pelas perdas provocadas pela gestão do ex-prefeito, Louro exige que se coloque o nome da sua mãe no prédio, como homenagem. A placa arrancada e levada por Louro continha o nome da instituição “Lar Mãe Corina” e o ano da fundação.
Este outro prédio também é de responsabilidade da Paróquia e abriga temporariamente as idosas, durante a reforma da Casa São Vicente.
Este outro prédio também é de responsabilidade da Paróquia e abriga temporariamente as idosas, durante a reforma da Casa São Vicente.
São dois prédios sob a responsabilidade da Paróquia, ambos localizados no Comércio, nas proximidades dos Correios. Um dos prédios leva o nome “Lar Mãe Corina” e o outro “Casa São Vicente”. Atualmente, os prédios estão destinados a serviço de abrigo para idosas da instituição Lar Mãe Corina. A Casa São Vicente está em reforma e é nela o centro da polêmica.
Na tarde da última sexta-feira (21), o Expresso fez contato com Louro Papavento por telefone, que confirmou o arranque da placa. “Nunca recebi um centavo [...] com tudo meu na construção”, alegou Louro. Que relatou ainda que a obra foi executada no ano de 1995, já entrou na justiça, mas nunca teria recebido se quer um documento em resposta. Louro nos confirmou que de fato a relação da obra foi com a Prefeitura, mas que o padre da época não teria ajudado na resolução do problema.
Sobre a homenagem a sua mãe no abrigo, Louro confirmou o pedido alegando que seria uma justa homenagem por todo o serviço prestado por ela na Pastoral da Criança, assim como ele sempre ajudou as questões da Igreja no município. Questionado sobre a impossibilidade de mudar o nome do abrigo, Louro diz que o prédio não é o que se refere o documento de doação. Para Louro, o prédio ao qual realizou a obra era uma antiga maternidade e que a casa doada a qual se referiu a Paróquia é o espaço em que atualmente estão os idosos, devido às reformas, em frente aos Correios.
O Padre Jaime era o responsável pela Paróquia na época. Na manhã desta segunda-feira (24), o encontramos na Secretaria Paroquial e o assunto já estava em discussão com a secretária Paroquial Denise Barbosa. Relataram ao Expresso que este caso é antigo. A obra teria sido realizada pela prefeitura, que reestruturou o prédio após o fechamento da maternidade, devolvendo-a à Paróquia. Segundo a secretária paroquial, a prefeitura iniciou as obras após a intervenção com pedido da catequista Celeste da Mata junto ao prefeito Antônio Pena. Desta forma, toda a relação da obra foi entre a empresa de Louro e a Prefeitura.
Ainda de acordo com informações da Paróquia, pouco tempo depois da entrega da obra, alegando não ter recebido o dinheiro do serviço, Louro chegou a ocupar a casa por cerca de um mês, sendo retirado por uma ordem judicial. Denise informou ainda que pouco tempo depois de terminar o mandato do ex-prefeito Antônio Pena, já no mandato do ex-prefeito Nardson, Louro teria procurado o prefeito para cobrar a dívida, mas Nardson teria informado que caso o mesmo tivesse documentações comprobatórias do serviço efetuaria o pagamento. O mesmo teria sido feito pelo Padre Jaime na época, que informou que caso Louro comprovasse a pendência da Paróquia com a empresa que o pagamento seria efetuado.
A Secretaria Paroquial da Igreja informou que está em processo um levantamento de documentos para adotar as medidas cabíveis e que uma nova placa está sendo confeccionada para a reinauguração do abrigo e há a intenção de unificar o nome dos prédios para “Lar Mãe Corina”. A unificação depende apenas de averiguar as possibilidades por meio das documentações existentes, uma vez que na prática as atividades do Lar Mãe Corina já vinham funcionando na Casa São Vicente.
Reforma está sendo realizada com recursos de convênio com o Governo do Estado.
Reforma está sendo realizada com recursos de convênio com o Governo do Estado.
A atual reforma do abrigo está sendo custeada com recursos repassados a Paróquia pelo Governo do Estado, em função de um convênio firmado ainda no ano de 2011, que prevê um repasse de R$ 3 mil mensais para custeio do programa voltado para idosos. Os recursos se acumularam em cerca de R$ 80 mil desde o início do convênio e o recurso foi destinado para a reforma do abrigo, completou Denise.
De acordo com os representantes da paróquia caso exista a dívida mencionada por Louro não teria relação com a Paróquia, mas seria de responsabilidade da Prefeitura, a qual teria contratado o serviço na época. Sobre a situação, o Padre João se mostrou bastante surpreso com a atitude de Louro afirmando que esperará o mesmo ficar mais calmo e que ele possa devolver a placa ao abrigo. Ainda assim, o Padre João fará o levantamento de todos os documentos junto com o Padre Jaime, responsável pela Paróquia na época da reforma, para comprovar que não existe nenhum débito entre a Paróquia e a empresa de Louro.


Produtores rurais de Pojuca e Gandu fornecerão R$ 335 Mil em alimentos para Prefeitura de Catu


De acordo com o Diário Oficial do Município de Catu, publicado no dia 17 de março, a Prefeitura Municipal de Catu efetuou dois contratos com uma cooperativa e uma associação de produtores rurais para adquirir cerca de R$ 335 Mil em gêneros alimentícios para atender as unidades escolares. O maior contrato ficou com a COMPTA-POJUCA, no valor de R$ 313 Mil. Já a Associação dos Pequenos Agricultores da Região de Laranjeiras, situada em Gandu (segundo informação da Receita Federal), ficou com um contrato de R$ 22.538,00.
Produtores catuenses participaram com força no fornecimento de alimentos nos anos de 2011 e 2012.
Produtores catuenses participaram com força no fornecimento de alimentos nos anos de 2011 e 2012.
Chamou a atenção o fato de associações e cooperativas de produtores de Catu conseguirem fornecer ao município. Em 2013 a COMPTA-POJUCA já havia embolsado um contrato de R$ 95,4 Mil para fornecer alimentos por 7 meses. No ano passado apenas a associação dos produtores de Panelas, das situadas em Catu, conseguiu fornecer gêneros alimentícios a prefeitura, no contrato de pouco mais de R$ 17,9 mil por seis meses de fornecimento.
No dia 28 de fevereiro reportagem do Expresso trouxe à tona a falta de estrutura dos agricultores no município de Catu, denunciada pelo vereador Nenga do Leite na Câmara. Na ocasião o vereador relatava a dificuldade no campo em Catu e a falta de produção, além dos problemas de organização que sofre as comunidades rurais (Veja matéria). Adquirir produtos da agricultura familiar é uma exigência do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que estabelece compra mínima de 30% de produtos advindos de produtores da agricultura familiar na alimentação escolar. O PNAE repassa recursos para as prefeituras. Por exemplo, a prefeitura recebe R$ 1,00 para cada aluno de creche, por dia letivo.
Retrocesso
Em 2011, Prefeitura de Catu comprou mais de R$ 301 Mil com agricultores familiares de Catu.
Em 2011, Prefeitura de Catu comprou mais de R$ 301 Mil com agricultores familiares de Catu.
No ano de 2011, na gestão da ex-prefeita Gilcina Lago de Carvalho, o município de Catu chegou a ter 40% da alimentação escolar complementada por gêneros alimentícios da agricultura familiar, todo ele proveniente de agricultores do próprio município. Entre as associações que forneceram estavam as de: Água Grande (R$ 194 Mil), Pindobal (R$ 90 Mil), Panelas (R$ 17,8 Mil). Em 2012 os produtores de Pindobal voltaram a fornecer R$ 185,4 Mil em gêneros alimentícios à prefeitura de Catu.
“Nós tivemos muitos benefícios na comunidade. As famílias receberam pagamento pelo fornecimento de banana e aipim para a merenda escolar, um trator e já estamos com um projeto de energia elétrica elaborado”, comentou em 2011, num informe da Prefeitura, Gecilda Pereira da Silva, presidente da Associação dos Moradores de Água Grande, que contava com 280 associados.
Maior parte dos produtos agrícolas comercializados em Catu tem origem de outros municípios.
Maior parte dos produtos agrícolas comercializados em Catu tem origem de outros municípios.
Um claro exemplo do problema no campo catuense são os novos contratos realizados pela Prefeitura de Catu para compra de gêneros alimentícios da agricultura familiar. Não há fornecedores dentro das comunidades rurais de Catu.
Medidas para amenizar
No mesmo dia em que foi publicada a compra de gêneros alimentícios, a Prefeitura de Catu divulgou convênios celebrados com Associações de Produtores Rurais do município, com o objetivo de fornecer máquinas e equipamentos para manejo agrário. As comunidades contempladas foram Panelas, veadinho, Rio Negro e Queimado, Pindobal e Baixa de Areia.